sábado, 7 de setembro de 2013

PONTOS CHAVES PARA A INOCUIDADE DOS ALIMENTOS.



 

 

 



Mantenha a Limpeza

Por quê? Os microorganismos estão presentes no meio ambiente. Eles são transportados de uma parte a outra por meio das mãos e dos utensílios, das roupas, dos panos, das esponjas e quaisquer outros elementos que não tenham sido lavados de maneira adequada e um leve contato pode contaminar os alimentos.

Separe os alimentos crus e cozidos

Por quê? Os alimentos crus, especialmente carne, frango e pescado, podem estar contaminados com os microorganismos perigosos que podem transferir-se a outros alimentos como comidas cozidas ou prontas para o consumo, durante o preparo dos alimentos ou durante a sua conservação.

Cozinhe completamente os alimentos

Por quê? A correta cocção a temperaturas acima de 70°C elimina quase todos os microrganismos perigosos. O alimento conservado em temperatura ambiente, cria condições favoráveis à multiplicação de microrganismos patogênicos. Abaixo de 5°C e acima de 60°C o crescimento microbiano é reduzido.

Use água potável e matérias - primas de boa qualidade

Por quê? As matérias primas, incluindo a água, podem conter microorganismos e produtos químicos prejudiciais à saúde. É necessário ter cuidado na seleção dos produtos crus e tomar medidas de preventivas que reduzem risco, como lavagem e descasque.

Mantenha os alimentos a temperaturas seguras

Por quê? Alguns microorganismos podem multiplicar-se muito rapidamente se o alimento é conservado à temperatura ambiente, pois eles necessitam de alimento, umidade, temperatura e tempo para se reproduzir. Abaixo de 5°C e acima de 60°C o crescimento microbiano se faz lentamente ou pára. Alguns microorganismos patogênicos podem crescer ainda em temperaturas abaixo de 5°C.

 

 - Procedimentos para inocuidade dos alimentos

Fervura: elimina grande parte dos microrganismos patogênicos ex: cozimento de alimentos a temperatura superior a 100°C.

Desidratação: pode ser feita em fornos ou ao sol, usando telas protetoras contra insetos ex: carne seca.

Pasteurização e tratamento UHT: o leite é pasteurizado por meio da elevação de temperaturas por alguns segundos, seguido de rápido resfriamento, para eliminação das bactérias patogênicas. A ultra- pasteurização, conhecida como processo UHT, é o tratamento térmico à temperatura mais elevadas e menor tempo, resultando em um produto conhecido como longa vida, devido o seu maior prazo de validade.

Cozimento a vapor e escaldamento: método suave de cozinhar, utilizam o calor de até 100°C, o ponto de fervura da água. São as melhores formas de preservar as vitaminas nos alimentos.

Refrigeração: a refrigeração dos alimentos perecíveis é indispensável; as temperaturas ideais variam entre 0°C e 5°C, de acordo com o tipo de alimento. Essa faixa de temperatura inibe a proliferação de microorganismos patogênicos.

Congelamento: requer uma temperatura de -18°C para eliminar ou inibir o crescimento das bactérias.

Engarrafamento, enlatamento: o engarrafamento e enlatamento são formas úteis de se preservar os alimentos. Sempre que possível compre alimentos engarrafados ou enlatados em vinagre, água, suco de frutas ou vegetais.

 - Colocando as diretrizes em práticas

Escolha formas de preparação de alimentos na sua casa que preservem o valor nutricional dos alimentos. Cozinhar os alimentos no vapor ou em pouca água ou óleo são os melhores métodos.

Mantenha os alimentos adequadamente conservados em refrigeração, quando for o caso, e protegidos de insetos, poeira e animais caseiros. Por segurança, lave, esfregue as frutas, os legumes e as verduras. Higienize muito bem esses alimentos, mesmo aqueles que não são consumidos com casca.

A água usada para preparar os alimentos ou higienizá-los deve merecer o mesmo cuidado da água para beber. Ao comprar alimentos: verifique se os atendentes e manipuladores devem estar com vestimentas adequadas às atividades que exercem e quando necessário, de touca, luva, máscara de proteção e botas. A vestimenta deve estar limpa e conservada. Verifique os selos de inspeção, o prazo de validade, a identificação do fabricante e as condições de embalagem.

No que se refere as carnes pré-embaladas e congeladas, estas, devem ser compradas com o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da agricultura, Pecuária e Abastecimento, ou do serviço de inspeção estadual ou municipal.

 -Aos Profissionais de Segurança Alimentar

No que se refere aos profissionais de segurança alimentar, estes, devem ser orientados a respeito das medidas preventivas e de controle, incluindo as práticas de higiene que devem ser adotadas na cadeia produtiva, nos serviços de alimentação, nas unidades de comercialização e nos domicílios, a fim de garantir a qualidade sanitária dos alimentos.

Informar que os alimentos manipulados ou conservados inadequadamente são fatores de riscos importantes para muitas doenças.

 - Causas de Contaminações microbiológicas em alimentos

As principais fontes de contaminações em alimentos são: água, falhas de temperaturas durante o cozimento, resfriamento e estocagem, higiene pessoal inadequada, falhas durante a fase de produção ou processamento e a contaminação pela própria microbiota do alimento.

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 Guia Alimentar para a população brasileira __ Ministério da saúde.

Série A. Normas e Manuais Técnicos-p 102-103; 185 -187.

 

sábado, 24 de agosto de 2013

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL





É necessário saber a melhor maneira de escolher, levar preparar, conservar e rotular todos os Alimentos que vão ser consumidos. Os cuidados com a higiene pessoal, do ambiente e dos próprios alimentos também são essenciais. Todas essas informações são importantes para nossa saúde e precisam ser usados no nosso dia a dia
Como escolher alimentos para garantir a compra de um produto saudável,siga estas orientações:
Produtos embalados
-Verifique o prazo de validade e outras informações que são importantes, como ingredientes utilizados, composição nutricional,modo de preparo e de conservação.
-A embalagem precisa estar perfeita. Não pode estar estufada, enferrujada, amassada ou rasgada.
-Só compre produtos de origem animal com selo de garantia do Serviço de Inspeção Federal, do Ministério da Agricultura.
Carne bovina, frango e de porco.
-verifique a procedência do produto, se é de fornecedor idôneo e também inspecionada(SIF). Prefira a que já se encontra em embalagem e que contenha data de validade.
OVOS
quando novos tem casca pouco porosa, bem limpa e sem rachadura. Para saber se o ovo é velho, é só coloca-lo numa vasilha com agua e sal.Para saber se o ovo é velho, é so coloca-lo numa vasilha com água e sal.
Se ele flutuar,é porque o ovo é velho. Não use o ovo também se a clara ou gema grudarem na casaca, se tiver cheiro diferente, podridão ou sabor anormal.
PEIXES, CAMARÃO E MARISCOS.
Estão frescos, quando os olhos são arredondados, a guelra é vermelha, o cheiro suave, a pele brilhante e as escamas firmes. Se você apertar a carne, ela deve voltar a posição rapidamente. O camarão precisa estar com a cabeça presa ao corpo, a carapaça firme, olho brilhante e o cheiro agradável.
EMBUTIDOS (salsicha, linguiça, salame e presunto)
A cor deve ser original, sem fungos ou corante demais. Salsicha e linguiça não podem ter bolhas de ar ou apresentar líquidos. Observe se o salame não tem bolor, está escuro demais ou endurecidos pela perda de água.
DEFINIÇÃO DE HIGIENE DOS ALIMENTOS
Higiene é a ciência que tem como objetivo preservar a saúde e prevenir doenças através de práticas de limpeza ou higienização.
Existem diversos tipos de higiene, mas as de importância relacionadas com alimentos são higiene pessoal, ambiental, e claro, dos alimentos.
MICROORGANISMOS
Os micro-organismos são encontrados por toda a parte: no ar , na água, na terra, no nosso corpo, mãos, pés, unhas,, nariz, cabelos, olhos, barbas...para viverem, eles precisam de agua e de alimentos, além de tempo e temperatura ideal, ideal para se multiplicarem. As bactérias se reproduzem com maior facilidade em temperaturas entre 15°C e 70°C. Ou seja, a temperatura ambiente e as temperaturas dos alimentos frios ou mornos, são ideais para que elas se multipliquem.
O homem é o principal ¨meio de transporte da bactéria até o alimento. Isso acontece quando não possui bons hábitos de higiene,ou sejam cuidados pessoais, do ambiente ou do próprio alimento.
IMPORTANCIA DA HIGIENE DOS ALIMENTOS.
O aspecto sanitário vem sendo bastante discutidos e salientados por profissionais de saúde, pelo governo, e até mesmo pela população em geral, que atualmente está mais atenta e preocupada com as condições higiênicas dos alimentos, do ambiente e do pessoal envolvidos no preparo de refeições. Assim, é cada vez maior a cobrança para que sejam cumpridas as normas de higiene estabelecidas por orgãos competentes.
HIGIENE DOS ALIMENTOS
Depende de muitos fatores tais como higiene pessoal e do ambiente. Características dos alimentos;condições de conservação e de preparo,entre outros. As pessoas, que trabalham com preparo de alimentos, isto é, os manipuladores de alimentos estão diretamente em contacto com outras pessoas que podem apresentar micro-organismos causadores de doenças. por isso mesmo manipuladores precisam se proteger mantendo ativa resistencia normal de seu organismo através de medidas preventivas e hábitos higiênicos. Os micro-organismos causadores de doenças. Aproveitam as situações de falhas sanitárias no manuseio de alimentos para determinarem doenças no homem. É preciso tomar cuidado, medidas preventivas.
Elaboração Manual de boas praticas
Visando melhorar as condições higiênico-sanitárias que envolvem a preparação de
alimentos, o Ministério da Saúde publicou a Portaria nº 1428 de 26 de novembro de
1993, recomendando que seja elaborado um Manual de Boas Práticas para Manipulação
de Alimentos, baseado nas publicações técnicas da Sociedade Brasileira de Ciência
e Tecnologia de Alimentos, Organização Mundial de Saúde e Codex Alimentarius. A
iniciativa é para o acompanhamento de possíveis práticas inadequadas de manipulação,
utilização de matérias-primas contaminadas, falta de higiene durante a preparação
dos alimentos, além de equipamentos e estrutura operacional deficientes, e adequar
a ação da Vigilância Sanitária. A Portaria do MS ainda menciona, como atribuição do
Responsável Técnico, a adoção do método de Análise de Perigos e Pontos Críticos de
Controle (APPCC) para a garantia de qualidade de produtos e serviços. Em agosto de
1997, foi publicada a Portaria Ministerial nº 326 de 30 de julho de 1997, definindo
melhor as condições técnicas para a elaboração do Manual de Boas Práticas. Contudo,
seu âmbito de aplicação envolve toda a pessoa jurídica que possua um estabelecimento
no qual sejam realizadas atividades de produção/industrialização, fracionamento,
armazenamento e/ou transporte de alimentos industrializados.
Para os serviços de alimentação, em 2004, a ANVISA publicou a Resolução RDC no 216
com o objetivo de atingir a melhoria das condições higiênico-sanitárias dos alimentos
para todos os serviços que oferecem alimentos ao público, tais como lanchonetes,
restaurantes, cozinhas industriais, buffets, padarias, pastelarias, confeitarias e outros.
A norma orienta os estabelecimentos a procederem de maneira adequada e segura na
manipulação, preparo, acondicionamento, armazenamento, transporte e exposição dos
alimentos à venda.
Cabe ressaltar que esta legislação não se aplica às Unidades de Alimentação e
Nutrição (UAN) hospitalares, tão pouco à manipulação de produtos para a Terapia de
Nutrição Enteral.
O Manual de Boas Práticas para Manipulação de Alimentos, juntamente com a
implantação dos Procedimentos Operacionais Padronizados (POP), regulamentados
através da Resolução RDC no 275, de 21 de outubro de 2002, e o sistema de Análise
de Perigos de Pontos Críticos de Controle (APPCC) constituem os programas de
Segurança Alimentar que podem ser utilizados no setor da Alimentação Coletiva. Ao
serem implantados, propiciam um controle de qualidade efetivo dos processos de
manipulação nos Serviços de Alimentação, seja nos restaurantes comerciais ou nas
Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN), e assim garantem alimentos seguros aos
consumidores.


Fonte: Anvisa

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

IMPORTANCIA DA HIGIENE DOS ALIMENTOS.

 
 
 
 

Os aspectos sanitários vêm sendo bastante discutidos e salientados por profissionais de saúde, pelo governo, e até mesmo pela população em geral, que atualmente está mais atenta e preocupada com as condições higiênicas dos alimentos, do ambiente e do pessoal envolvidos no preparo de refeições. Assim, é cada vez maior a cobrança para que sejam cumpridas as normas de higiene estabelecidas por órgãos competentes.Está na pauta das conferencias e programas de segurança alimentar.
Os desafios requer mudança de hábitos de consumo,de programas de capacitação de manipuladores de alimentos,da atuação da vigilância sanitária na fiscalização dos estabelecimentos de produção, processamento e comercialização de produtos semi prontos uo prontos para o consumo.
Um alimento isento de riscos depende da higiene pessoal do manipulador e do ambiente.Outros aspectos determinantes são: as condições de conservação térmica,preparo e embalagem.Estas ações preventivas,e ao lavar bem as mão antes do servir a mesa evitam contaminações por micro-organismos patogênicos causadores de doenças infecciosas,por toxinas de fungos e bactérias.Causando sintomas diversos como diarreias,febre,vômitos e dor de cabeça que com um simples analgésico,antitérmico ou antidiarreico  não eliminam estes microrganismos que muitas das vezes exigem exames laboratoriais, uma criteriosa avaliação medica.Segundo o pai da medicina:”meu remédio meu alimento, meu alimento meu remédio”(Hipocrates).

 

domingo, 28 de julho de 2013

RESÍDUOS SOLIDOS.

Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010 – Política Nacional de Resíduos Sólidos

Art. 5º


A Política Nacional de Resíduos Sólidos integra a Política Nacional do Meio Ambiente e articulase

com a Política Nacional de Educação Ambiental, regulada pela Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999,

com a Política Federal de Saneamento Básico, regulada pela Lei nº 11.445, de 2007, e com a Lei nº

11.107, de 6 de abril de 2005.


Art. 9º


Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de

prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição

final ambientalmente adequada dos rejeitos.


Art. 18.


A elaboração de plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos, nos termos previstos

por esta Lei, é condição para o Distrito Federal e os Municípios terem acesso a recursos da União, ou

por ela controlados, destinados a empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana e ao

manejo de resíduos sólidos, ou para serem beneficiados por incentivos ou financiamentos de entidades

federais de crédito ou fomento para tal finalidade.

§ 1º Serão priorizados no acesso aos recursos da União referidos no caput os Municípios que:

I – optarem por soluções consorciadas intermunicipais para a gestão dos resíduos sólidos, incluída a

elaboração e implementação de plano intermunicipal, ou que se inserirem de forma voluntária nos

planos microrregionais de resíduos sólidos referidos no § 1º do art. 16;

II – implantarem coleta seletiva com a participação de cooperativas ou outras formas de associação de

catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis formadas por pessoas físicas de baixa renda.

§ 2º Serão estabelecidas em regulamento normas complementares sobre o acesso aos recursos da

União na forma deste artigo.


Art. 19.


O plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos tem o seguinte conteúdo mínimo:

...

XIX – periodicidade de sua revisão, observado prioritariamente o período de vigência do plano plurianual

municipal.

§ 1º O plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos pode estar inserido no plano de

saneamento básico previsto no art. 19 da Lei nº 11.445, de 2007, respeitando o conteúdo mínimo

previsto nos incisos do caput e observado o disposto no § 2º, todos deste artigo.


Art. 25.


O poder público, o setor empresarial e a coletividade são responsáveis pela efetividade das

ações voltadas para assegurar a observância da Política Nacional de Resíduos Sólidos e das diretrizes

e demais determinações estabelecidas nesta Lei e em seu regulamento.


Art. 26.


O titular dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos é

responsável pela organização e prestação direta ou indireta desses serviços, observados o respectivo

plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos, a Lei nº 11.445, de 2007, e as disposições

desta Lei e seu regulamento.


Art. 30.


É instituída a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos, a ser

implementada de forma individualizada e encadeada, abrangendo os fabricantes, importadores,

distribuidores e comerciantes, os consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e

de manejo de resíduos sólidos, consoante as atribuições e procedimentos previstos nesta Seção.

Blog do Gilberto Lima: Audiência pública do PPA da região da Cidade Operá...

Blog do Gilberto Lima: Audiência pública do PPA da região da Cidade Operá...: A Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan) coordenou nesta terça-feira (24) a terceira audiência pública para elaboração do Pl...

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Imagens: Audiencia Pública PPA Regional Operária-Cidade Olimpica.



Abertura da audiencia pública e apresentação das propostas do grupo 3: Infraestrutura,mobilidade urbana.