DESCASO COM O MEIO AMBIENTE.
Sistema de esgotamento sanitário da Cidade Operaria não funciona.
Representantes de organizações comunitárias em 1998 manifestaram junto ao Ministério Publico Estadual, através de exposição de motivos o descaso da CAEMA na questão do funcionamento do Sistema de Esgoto. A ação civil pública movida pelo Promotor do Meio Ambiente – Dr. Fernando Barreto Junior; peticiona cobrando da CAEMA a reativação do sistema de tratamento de esgoto.
PASSO A PASSO.
Em agosto de 1999, a CAEMA pediu a suspensão do processo por um prazo de seis meses para executar a obra. O prazo expirou e a obra não foi executada; a CAEMA pediu novo prazo e o MPE negou. Na época a Companhia alegava falta de recursos financeiros comprometendo-se a incluí-la no lote de obras do Projeto de Saneamento da Ilha de São Luís.
No período da ocupação do bairro foi implantado um moderno sistema de esgotamento sanitário constituído de rede coletora, estações elevatórias e 02 bacias (lagoas de estabilização) para tratamento dos seus efluentes. Ao longo dos anos em seu entorno foram surgindo invasões, no espaço geográfico do bairro Janaína - Riod. Hoje a área está cercada de casebres. Nos autos do processo constam alegações de que a invasão de sem-tetos no local seria outro fator que impossibilitou a execução das obras.
ORIGEM DO PROBLEMA
Na década de 90 foi criada no bairro Areinha a invasão denominada Vila Lobão, precisamente onde funciona o Shoping Távola Center; os ocupantes dessa vila receberam uma notificação de ACÂO DE DESPEJO, sendo remanejados com orientação de pessoas interessadas e vinculados politicamente ao Governador João Alberto para o local onde fica a Bacia, Vila Janaína Riod.
Passados 10 anos, do acordo celebrado pelo Ministério Público e CAEMA pela suspensão do processo, obras de esgotamento sanitário por toda a ilha foram feitas, tais como a do Bacanga, do Jaracaty, Ilhinha, enquanto o da Cidade Operária por ser um projeto muito mais antigo nunca saiu do papel; graves conseqüências já existem, os dejetos foram desviados contaminando o Rio Paciência e o Rio da Mata e estes agonizam. Afinal são 250 mil habitantes em toda a região sem sistema de esgoto sanitário.
QUAIS AS PRÓXIMAS AÇÕES.
É óbvio que o Poder Público comete crime de responsabilidade considerando que no local existe água, energia, e asfalto. Cabe ao Ministério Público provocar o andamento. A comunidade através de seus representantes deve cobrar providencias junto às autoridades competentes. Caso contrário o processo prosseguirá a passos lentos, redistribuídos em sorteio pelas Varas da Fazenda Pública, para prosseguimento do feito.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
SEM TETO X SEM TETO
As invasões de conjuntos habitacionais no Maranhão, iniciaram-se nos anos oitenta logo depois da extinção do Banco Nacional de Habitação(BNH),o maior deles o conjunto Cidade Operária; em 1987 virou palco de disputa política,um grande balcão de negócios. Uma briga acirrada de sem teto x sem teto.Nessa época havia um forte movimento de defesa da moradia, conselhos comunitários,decorrente de pouca oferta de casas populares para famílias de baixa renda;A ilha de São Luis tem historicamente uma forte tendência para invasões.
A INDÚSTRIA DE INVASÕES
Com a ocupação da Cidade Operária formaram-se um ajuntamento de líderes de invasões amotinados em entidades comunitárias ocupando terras ,vendendo lotes e criando bairros,sendo os primeiros Janaína e Santa Clara, o maior deles A Cidade Olimpica; a maior área de ocupação do Brasil.A invasão mais recente ocorreu em dezembro de 2010 na localidade matinha município de São José de Ribamar,no residencial Nova Era , um conjunto de 400 casas atendidos pelo programa do governo federal através do Ministério das Cidades, e financiado pela Caixa Econômica Federal, através do Crédito Solidário.A coordenação e responsabilidade técnica é da Cooperativa Habitacional do Grupo Comunitário Independente,que é uma referencia positiva há 23 anos na obtenção de moradia digna para famílias de baixa renda.A maioria dos contemplados são trabalhadores autônomos e comerciários.
A invasão do Nova Era.
Os invasores do Nova Era ocuparam 300 casas, os seus líderes agem como exploradores de ingênuos,recolhem boas somas em dinheiro vendendo casas,sem nenhum documento, ainda desfilam de carros novos sempre acompanhados de segurança e advogados.Apesar da liminar expedida pelo juiz determinando a reintegração de posse em 26 de dezembro a Policia Militar iniciou a operação em 02 de fevereiro, e que ainda prossegue a passos lentos e que por sinal o grupo mantém acampamento ao redor de conjunto atuando como uma grande rede que descumprem ordem judiciais. A intolerância prevalece aos que se intitulam representantes do Centro Social Comunitário da Cidade Olímpica, criadores da ocupação Gil Cutrim.O programa Minha Casa, Minha Vida, O Crédito Solidário e O Programa de Habitação de Interesse Social estão disponíveis para quem pretende fazer um trabalho sério e justo;caso contrario vão continuar com este modelo ultrapassado, que beneficiam líderes e grupo de invasores nessa modalidade de comércio.
A INDÚSTRIA DE INVASÕES
Com a ocupação da Cidade Operária formaram-se um ajuntamento de líderes de invasões amotinados em entidades comunitárias ocupando terras ,vendendo lotes e criando bairros,sendo os primeiros Janaína e Santa Clara, o maior deles A Cidade Olimpica; a maior área de ocupação do Brasil.A invasão mais recente ocorreu em dezembro de 2010 na localidade matinha município de São José de Ribamar,no residencial Nova Era , um conjunto de 400 casas atendidos pelo programa do governo federal através do Ministério das Cidades, e financiado pela Caixa Econômica Federal, através do Crédito Solidário.A coordenação e responsabilidade técnica é da Cooperativa Habitacional do Grupo Comunitário Independente,que é uma referencia positiva há 23 anos na obtenção de moradia digna para famílias de baixa renda.A maioria dos contemplados são trabalhadores autônomos e comerciários.
A invasão do Nova Era.
Os invasores do Nova Era ocuparam 300 casas, os seus líderes agem como exploradores de ingênuos,recolhem boas somas em dinheiro vendendo casas,sem nenhum documento, ainda desfilam de carros novos sempre acompanhados de segurança e advogados.Apesar da liminar expedida pelo juiz determinando a reintegração de posse em 26 de dezembro a Policia Militar iniciou a operação em 02 de fevereiro, e que ainda prossegue a passos lentos e que por sinal o grupo mantém acampamento ao redor de conjunto atuando como uma grande rede que descumprem ordem judiciais. A intolerância prevalece aos que se intitulam representantes do Centro Social Comunitário da Cidade Olímpica, criadores da ocupação Gil Cutrim.O programa Minha Casa, Minha Vida, O Crédito Solidário e O Programa de Habitação de Interesse Social estão disponíveis para quem pretende fazer um trabalho sério e justo;caso contrario vão continuar com este modelo ultrapassado, que beneficiam líderes e grupo de invasores nessa modalidade de comércio.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Desafios...comunidade sustentável.
O conjunto habitacional Cidade Operária um imenso bairro (mãe), um grande corredor interligando dezenas de bairros e vilas, com 130 ônibus circulando, milhares de carros particulares, em uma região com uma população estimada nos 34 bairros circunvizinhos em 230 mil habitantes; os serviços nesta área não atendem a população de forma satisfatória, aproximadamente 50 mil usuários nos horários de pico convivem com a superlotação em ônibus velhos. A infra estrutura urbana é precária, e eventualmente surgem grupo de negociantes comandando a indústria de invasões. Expandir habitações de forma desordenada não cabe, mais!Precisamos melhorar a malha de transportes coletivos, reativar a rede de esgotos ou implantar um novo sistema; construir mais escolas de ensino médio,investir em uma política de segurança,humanizar os serviços do hospital Socorrão 2, priorizar especialidades médicas no Pam (atualmente UPA), criar um espaço cultural,investir em sistema de drenagens de água pluvial.
A população da terceira idade está crescendo; a juventude precisa desenvolver práticas esportivas, daí a importância de priorizarmos em reivindicar a criação de um centro cultural com anfiteatro,quadra poliesportiva,uma academia aberta.
É preciso pensar, agir e definir prioridades que darão origem ao projeto do bairro e que atendam as necessidades pontuais.
É preciso trabalhar a idéia que incentive a preservação ambiental, e para isso o primeiro passo é lutar pela manutenção de nossas áreas verdes.
A área do IBAMA ,devemos trabalhar a proposta em transformá-la em um parque ecológico; um zoológico. O mercado foi projetado com uma infraestrutura adequada para o bom atendimento ao consumidor, e aos poucos foram modificados pelos administradores; a briga por espaço de liderança motivou a criação de feirinhas; em péssimas condições sanitárias, com esgoto a céu aberto em frente a escolas e hospitais sem que a vigilância sanitária e as promotorias da saúde e meio ambiente tomem as devidas providencias.
Com o sistema de esgoto sanitário desativado, os dejetos jogados nos Rios Paciência e Mata que com o tempo longo de poluição foram extintos, aos olhos dos nossos governantes e do Ministério Público.
Comunidade sustentável na prática só acontece com a participação popular consciente e livre na construção do poder local, frente ao poder público estabelecendo prioridades.
A região Cidade Operaria-Cidade Olímpica e bairros circunvizinhos juntos correspondem a 1/5 da população de São Luís daí a necessidade da implantação de postos avançados de serviços municipais, da criação de um Centro Administrativo, de uma sub-prefeitura.
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A população da terceira idade está crescendo; a juventude precisa desenvolver práticas esportivas, daí a importância de priorizarmos em reivindicar a criação de um centro cultural com anfiteatro,quadra poliesportiva,uma academia aberta.
É preciso pensar, agir e definir prioridades que darão origem ao projeto do bairro e que atendam as necessidades pontuais.
É preciso trabalhar a idéia que incentive a preservação ambiental, e para isso o primeiro passo é lutar pela manutenção de nossas áreas verdes.
A área do IBAMA ,devemos trabalhar a proposta em transformá-la em um parque ecológico; um zoológico. O mercado foi projetado com uma infraestrutura adequada para o bom atendimento ao consumidor, e aos poucos foram modificados pelos administradores; a briga por espaço de liderança motivou a criação de feirinhas; em péssimas condições sanitárias, com esgoto a céu aberto em frente a escolas e hospitais sem que a vigilância sanitária e as promotorias da saúde e meio ambiente tomem as devidas providencias.
Com o sistema de esgoto sanitário desativado, os dejetos jogados nos Rios Paciência e Mata que com o tempo longo de poluição foram extintos, aos olhos dos nossos governantes e do Ministério Público.
Comunidade sustentável na prática só acontece com a participação popular consciente e livre na construção do poder local, frente ao poder público estabelecendo prioridades.
A região Cidade Operaria-Cidade Olímpica e bairros circunvizinhos juntos correspondem a 1/5 da população de São Luís daí a necessidade da implantação de postos avançados de serviços municipais, da criação de um Centro Administrativo, de uma sub-prefeitura.
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Cidade Operária... Acorda gigante
Atingimos um elevado pico populacional, com um aglomerado de conjuntos habitacionais, bairros e vilas, num total de 34 bairros; na regional Cidade Operária e Cidade Olímpica perfazendo um total de aproximadamente mais de 200 mil habitantes. Somos praticamente 1/5 da população do município de São Luís; se formos comparar com as grandes cidades do Maranhão perderemos somente para Imperatriz com uma população estimada em 236 mil habitantes.
A Cidade Operária e Cidade Olímpica já foram palco de disputas de grupos de lideranças na questão das ocupações de suas terras (88/96); já houve grupos interessados em transformá-los em Município, reivindicaram a criação de subprefeitura. Daí o tempo foi passando, os bairros cresceram, déficit de transportes coletivos, escolas e serviços de saúde, precários. A velha camada asfáltica cedeu, abrindo espaço à buraqueira, o sistema de esgoto sanitário continua desativado; onde deveria funcionar a estação de tratamento foi invadida e está cheia de casebres.
E as lideranças comunitárias, as associações de moradores?Estão imobilizadas; muitas delas desacreditadas, enfraquecidas, inoperantes. Algumas são cooptadas em períodos eleitorais, servem apenas aos interesses de um pequeno grupo. O povo no dia a dia, não participa das questões de interesse coletivo. È preciso acordar!É necessário refletir sobre a importância de fortalecer as lutas de resgate da cidadania. Precisamos ampliar e renovar a frota de transportes coletivos é preciso humanizar e ampliar a oferta de serviços de saúde, ampliar o numero de escolas com ensino de qualidade, melhorar a segurança cidadã. Existem áreas de lazer disponíveis, é necessário melhorar o aspecto urbanístico, recuperar a camada asfáltica. É urgente e providencial mobilizar pessoas, fortalecer a consciência critica de que não somos apenas um bairro, somos uma Cidade Operária que deve ser preparada para as futuras gerações, é preciso criar mecanismos que possibilitem o desenvolvimento econômico e social sustentável.
O Poder público na comunidade.
A atuação do poder público é favorável é positiva quando a participação popular acontece de forma mais intensa na formulação e encaminhamentos das prioridades do bairro. Durante os 23 anos de existência da comunidade destacam-se momentos de grandes mobilizações que ocorreram no final dos anos 80; na questão da ampliação da frota de transportes coletivo e da implantação do beneficio da meia passagem,considerando que houve uma polemica cartorial: haviam dúvidas se a Cidade Operaria pertencia a São Luís ou ao Município de São José de Ribamar. Os grandes avanços na questão da participação popular junto ao poder público; ocorreu na 2ª administração do Prefeito Jackson Lago, através do programa do Orçamento Participativo; em que o povo definia as suas prioridades, através de delegados escolhidos democraticamente. As grandes obras elencadas foram a estrada da mata,que beneficiam indiretamente mais de 50 mil pessoas,criando uma segunda alternativa de trafego para esta imensa população.Os serviços de implantação de galerias e drenagem na unidade 105 prosseguindo até o final do jardim América.as escolas do ensino básico em toda a região;estas obras foram a marca de uma administração popular. É hora da comunidade, acordar!É preciso mobilizar o povo para assegurar novas conquistas,um desafio aos dirigentes de organizações comunitárias que lutam pelo bem estar da comunidade.
A Cidade Operária e Cidade Olímpica já foram palco de disputas de grupos de lideranças na questão das ocupações de suas terras (88/96); já houve grupos interessados em transformá-los em Município, reivindicaram a criação de subprefeitura. Daí o tempo foi passando, os bairros cresceram, déficit de transportes coletivos, escolas e serviços de saúde, precários. A velha camada asfáltica cedeu, abrindo espaço à buraqueira, o sistema de esgoto sanitário continua desativado; onde deveria funcionar a estação de tratamento foi invadida e está cheia de casebres.
E as lideranças comunitárias, as associações de moradores?Estão imobilizadas; muitas delas desacreditadas, enfraquecidas, inoperantes. Algumas são cooptadas em períodos eleitorais, servem apenas aos interesses de um pequeno grupo. O povo no dia a dia, não participa das questões de interesse coletivo. È preciso acordar!É necessário refletir sobre a importância de fortalecer as lutas de resgate da cidadania. Precisamos ampliar e renovar a frota de transportes coletivos é preciso humanizar e ampliar a oferta de serviços de saúde, ampliar o numero de escolas com ensino de qualidade, melhorar a segurança cidadã. Existem áreas de lazer disponíveis, é necessário melhorar o aspecto urbanístico, recuperar a camada asfáltica. É urgente e providencial mobilizar pessoas, fortalecer a consciência critica de que não somos apenas um bairro, somos uma Cidade Operária que deve ser preparada para as futuras gerações, é preciso criar mecanismos que possibilitem o desenvolvimento econômico e social sustentável.
O Poder público na comunidade.
A atuação do poder público é favorável é positiva quando a participação popular acontece de forma mais intensa na formulação e encaminhamentos das prioridades do bairro. Durante os 23 anos de existência da comunidade destacam-se momentos de grandes mobilizações que ocorreram no final dos anos 80; na questão da ampliação da frota de transportes coletivo e da implantação do beneficio da meia passagem,considerando que houve uma polemica cartorial: haviam dúvidas se a Cidade Operaria pertencia a São Luís ou ao Município de São José de Ribamar. Os grandes avanços na questão da participação popular junto ao poder público; ocorreu na 2ª administração do Prefeito Jackson Lago, através do programa do Orçamento Participativo; em que o povo definia as suas prioridades, através de delegados escolhidos democraticamente. As grandes obras elencadas foram a estrada da mata,que beneficiam indiretamente mais de 50 mil pessoas,criando uma segunda alternativa de trafego para esta imensa população.Os serviços de implantação de galerias e drenagem na unidade 105 prosseguindo até o final do jardim América.as escolas do ensino básico em toda a região;estas obras foram a marca de uma administração popular. É hora da comunidade, acordar!É preciso mobilizar o povo para assegurar novas conquistas,um desafio aos dirigentes de organizações comunitárias que lutam pelo bem estar da comunidade.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Doenças de Origem Alimentar
Conforme sugere a célebre frase do pensador e sábio grego do século IV a.C. Hipócrates o pai da medicina “que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio. Preserva-se um grande legado de sabedorias sobre a medicina, da nutrição e segurança alimentar. Na atual conjuntura, no cenário mundial, os governantes, pesquisadores e profissionais na área da saúde colocam as diretrizes da política de Segurança Alimentar como ponto de prioridade em suas agendas. Segundo dados de pesquisas da Organização Mundial de Saúde que apontam as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) causadas por alimentos como os grandes desafios da Saúde Pública neste século.
A indústria alimentícia investe forte na divulgação de produtos de alto teor calórico para crianças e adolescentes que tendem a se manter fiéis a esses hábitos de consumo. Embora sejam alimentos potencialmente causadores de obesidade, esses produtos surgem nas propagandas associados à saúde, beleza, bem estar, juventude, energia e prazer. Os atributos de qualidade em que o consumidor em sua maioria leva em conta: o que agrada aos olhos, aroma e o sabor. O Aspecto higiênico sanitário é observado pelo consumidor mais consciente e pelos profissionais da área de saúde e nutrição.
O mercado mundial exerce uma forte influência para o consumo excessivo de alimentos que contem sódio, açucares, gorduras e que favorecem ao surgimento das DCNT a exemplo do diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.
Os grandes vilões da obesidade
Os refrigerantes, as macarronadas, Hambúrguer, Hot-dog, carnes de churrasqueiras, pastéis, pães e bolos com recheios de frutas, leite e coco.
A crescente substituição dos alimentos in natura ricos em fibras, vitaminas e minerais, por produtos industrializados, compõem um dos principais fatores etiológicos da obesidade.
Ainda temos como agravante a falta de tempo para o preparo das refeições em casa, e a crescente preocupação com a saúde e qualidade de vida, que motiva essa situação. Os grandes centros urbanos estão seguindo as mesmas tendências de países industrializados, diversificando sua cesta alimentar e preferindo alimentos semi-prontos a produtos que exijam tempo e trabalho para o preparo. Além do mais, do ponto de vista cultural, a substituição crescente da refeição familiar, mais completa e balanceada, pelo “fast food” de rua caracterizada mais pelo sabor (adocicado e gorduroso) que pela qualidade dos seus constituintes, com determinante incentivo da mídia (muito comercial e pouco científica), vem confundindo o comportamento nutricional dos adolescentes e jovens, aumentando o consumo de ácidos graxos saturados, açúcares e refrigerantes, em detrimento da redução do consumo de carboidratos complexos, frutas e hortaliças.
CONTROLE SANITÁRIO.
O consumidor dificilmente rastreia ou observa o alimento inadequado em suas ultimas refeições. Os principais microrganismos causadores de enfermidades originadas em alimentos são: Samonella, Escherichia coli patogênicas, Bacilus cereus, Stafilococus aureus e clostridium botulinum. Para minimizar as possibilidades de doenças de origem alimentar, os alimentos prontos devem ser mantidos sob frio ou calor adequados.
Uma ampla variedade de alimentos contaminados está associado ás Salmonelosses, incluindo carne bovina crua, aves domésticas, ovos, leite e derivados. O consumo de produtos alimentícios de procedência duvidosa e elaborados com práticas de manipulação inadequada de higiene, conservação e armazenagem estão de livre acesso disponível nas refeições e lanches de rua. Colocam em risco a saúde da população.com possíveis surtos diarréicos, cólicas e vômitos provenientes de intoxicações alimentares.
A indústria alimentícia investe forte na divulgação de produtos de alto teor calórico para crianças e adolescentes que tendem a se manter fiéis a esses hábitos de consumo. Embora sejam alimentos potencialmente causadores de obesidade, esses produtos surgem nas propagandas associados à saúde, beleza, bem estar, juventude, energia e prazer. Os atributos de qualidade em que o consumidor em sua maioria leva em conta: o que agrada aos olhos, aroma e o sabor. O Aspecto higiênico sanitário é observado pelo consumidor mais consciente e pelos profissionais da área de saúde e nutrição.
O mercado mundial exerce uma forte influência para o consumo excessivo de alimentos que contem sódio, açucares, gorduras e que favorecem ao surgimento das DCNT a exemplo do diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.
Os grandes vilões da obesidade
Os refrigerantes, as macarronadas, Hambúrguer, Hot-dog, carnes de churrasqueiras, pastéis, pães e bolos com recheios de frutas, leite e coco.
A crescente substituição dos alimentos in natura ricos em fibras, vitaminas e minerais, por produtos industrializados, compõem um dos principais fatores etiológicos da obesidade.
Ainda temos como agravante a falta de tempo para o preparo das refeições em casa, e a crescente preocupação com a saúde e qualidade de vida, que motiva essa situação. Os grandes centros urbanos estão seguindo as mesmas tendências de países industrializados, diversificando sua cesta alimentar e preferindo alimentos semi-prontos a produtos que exijam tempo e trabalho para o preparo. Além do mais, do ponto de vista cultural, a substituição crescente da refeição familiar, mais completa e balanceada, pelo “fast food” de rua caracterizada mais pelo sabor (adocicado e gorduroso) que pela qualidade dos seus constituintes, com determinante incentivo da mídia (muito comercial e pouco científica), vem confundindo o comportamento nutricional dos adolescentes e jovens, aumentando o consumo de ácidos graxos saturados, açúcares e refrigerantes, em detrimento da redução do consumo de carboidratos complexos, frutas e hortaliças.
CONTROLE SANITÁRIO.
O consumidor dificilmente rastreia ou observa o alimento inadequado em suas ultimas refeições. Os principais microrganismos causadores de enfermidades originadas em alimentos são: Samonella, Escherichia coli patogênicas, Bacilus cereus, Stafilococus aureus e clostridium botulinum. Para minimizar as possibilidades de doenças de origem alimentar, os alimentos prontos devem ser mantidos sob frio ou calor adequados.
Uma ampla variedade de alimentos contaminados está associado ás Salmonelosses, incluindo carne bovina crua, aves domésticas, ovos, leite e derivados. O consumo de produtos alimentícios de procedência duvidosa e elaborados com práticas de manipulação inadequada de higiene, conservação e armazenagem estão de livre acesso disponível nas refeições e lanches de rua. Colocam em risco a saúde da população.com possíveis surtos diarréicos, cólicas e vômitos provenientes de intoxicações alimentares.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
A Cidade Emergente!
A Cidade operária, no campo das lutas sociais alcançou benefícios e conquistas importantes para o seu desenvolvimento. É imperativo destacar que o resgate no campo do direito a moradia digna, aconteceu no momento certo do ponto de vista estratégico; foram decisivos a atuação do Movimento Popular, da Associação dos Moradores, com o apoio logístico dos padres e irmãos da Congregação João Calábria, no ano de 1988; onde a comunidade era denominada nos meios de comunicação de Cidade Dormitório,campeã de mazelas. Dedicamos em especial méritos aos Padres Valdemar,Júlio Gotardo e Irmão Nestor Forestti; a eles, seremos eternamente gratos, pela valiosa colaboração ao fortalecimento da cidadania,pela ação pastoral, e aos serviços prestados pelo Centro Educacional São José Operário.
Os primeiros passos.
. Grandes avanços na área da educação, entre o período 88/91, a região foi contemplada com 22 escolas de ensino fundamental da rede pública e 03 escolas do ensino médio ;somando-se a dezenas de escolas particulares. Na área da saúde o Socorrão II e o Pam Cidade Operária foram pleiteados pelas organizações comunitárias como prioridade número n°2, atualmente prestam serviços de grande relevância;considerando o tamanho da população do bairro e comunidade circunvizinhas,constituído na maioria por famílias de baixa renda, e da precariedade do sistema de transportes coletivos.
A grande perda na área ambiental foi a desativação do sistema de esgotamento sanitário, da lagoa de tratamento localizada na Janaina, em 1991. Outros aspecto negativos destacamos: a desorganização do mercado, ocupação de parte das áreas verdes e institucionais, feirinha na calçada do PAM, falta de espaço para atividades sociais, local onde a comunidade possa receber as nossas autoridades.
O ponto de destaque é o Centro Comercial da Cidade Operária que, possui uma rede de centenas de lojas, mercearias, Supermercados, empresas de serviços e trabalhadores autônomos nas áreas de: serralheria, carpintaria, mecânica e pintura; sendo boa parte destes provenientes do CESJO (Colégio dos padres) .
No setor comercial, os supermercados: Silmar, Wanelle, Aragão, Comercial Pina e Matérialde Construções, Armazém Paraíba, contribuíram decisivamente na confiança do mercado. A Cidade Operária é emergente!Possuímos o BRADESCO, Supermercado Matheus, Lojas Gabriella e Ótica Diniz; vem chegando o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, para atender os 34 bairros que constituem o nosso espaço geográfico.
Os primeiros passos.
. Grandes avanços na área da educação, entre o período 88/91, a região foi contemplada com 22 escolas de ensino fundamental da rede pública e 03 escolas do ensino médio ;somando-se a dezenas de escolas particulares. Na área da saúde o Socorrão II e o Pam Cidade Operária foram pleiteados pelas organizações comunitárias como prioridade número n°2, atualmente prestam serviços de grande relevância;considerando o tamanho da população do bairro e comunidade circunvizinhas,constituído na maioria por famílias de baixa renda, e da precariedade do sistema de transportes coletivos.
A grande perda na área ambiental foi a desativação do sistema de esgotamento sanitário, da lagoa de tratamento localizada na Janaina, em 1991. Outros aspecto negativos destacamos: a desorganização do mercado, ocupação de parte das áreas verdes e institucionais, feirinha na calçada do PAM, falta de espaço para atividades sociais, local onde a comunidade possa receber as nossas autoridades.
O ponto de destaque é o Centro Comercial da Cidade Operária que, possui uma rede de centenas de lojas, mercearias, Supermercados, empresas de serviços e trabalhadores autônomos nas áreas de: serralheria, carpintaria, mecânica e pintura; sendo boa parte destes provenientes do CESJO (Colégio dos padres) .
No setor comercial, os supermercados: Silmar, Wanelle, Aragão, Comercial Pina e Matérialde Construções, Armazém Paraíba, contribuíram decisivamente na confiança do mercado. A Cidade Operária é emergente!Possuímos o BRADESCO, Supermercado Matheus, Lojas Gabriella e Ótica Diniz; vem chegando o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, para atender os 34 bairros que constituem o nosso espaço geográfico.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
CRÉDITO SOLIDÁRIO
Crédito Solidário
O programa Crédito Solidário destina-se exclusivamente ao financiamento habitacional para famílias organizadas por entidades da sociedade civil; cooperativas,sindicatos e associações. Os interessados estarão habilitados após as assinaturas do contrato com a Caixa Econômica Federal.
O Ministério das Cidades atua como Gestor da aplicação dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Social - FDS, com a atribuição de implementar,monitorar e avaliar o Programa Crédito Solidário. A Caixa Econômica atua como Agente Operador dos recursos, acompanha, fiscaliza e controla os financiamentos. As Cooperativas e demais organizações na qualidade de Agentes Proponentes, responsáveis pela formulação e apresentação do projeto a serem financiados, bem como assistência e acompanhamento à realização das obras e serviços.
Beneficiário do Programa
Famílias de baixa renda de até 03 salários mínimos
Idosos acima de 60 anos na cota correspondente em até 5% do número de unidades do empreendimento. È vedada a participação de famílias titulares de financiamento habitacional obtidos de programas de Habitação de Interesse Social.
O QUE PODE SER FINANCIADO
AQUISIÇÃO DE TERRENO E CONSTRUÇÃO:
Financiamento para aquisição de terreno e material de construção com respectivas despesas de legalização, obras e serviços que resultem em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO PRÓPRIO:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação para construção em terreno próprio do beneficiário final, que resulte em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO DE TERCEIROS:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação da unidade habitacional do beneficiário final em terreno de terceiros.
CONCLUSÃO, AMPLIAÇÃO OU REFORMA DE UNIDADE HABITACIONAL:
Financiamento de material de construção, obras e serviços, com vistas a sanar problemas de salubridade, segurança, habitabilidade ou problema de adensamento excessivo.
AQUISIÇÃO DE UNIDADE CONSTRUÍDA:
Financiamento para aquisição de unidade construída com Habite-se expedido em até 180 dias.
Também poderão ser financiadas por essa modalidade, unidades habitacionais com Habite-se expedido a mais de 6 e menos de 24 meses, desde que não tenham sido alienadas ou habitadas.
AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS PARA REABILITAÇÃO URBANA COM FINS HABITACIONAIS:
Financiamento para aquisição de imóvel para reabilitação urbana com aquisição de material de construção, obras e serviços para conclusão ou reforma, que resulte em unidades habitacionais de interesse social.
OUTRAS MODALIDADES A SEREM AUTORIZADAS PELO GESTOR DAS APLICAÇÕES:
Poderão ser autorizadas pelo Gestor das Aplicações, após parecer do Agente Financeiro e Operador sobre a viabilidade do empreendimento proposto.
COMO SERÁ FEITA A CONSTRUÇÃO
a) autoconstrução;
b) Sistema de auto-ajuda ou mutirão;
c) Administração direta e autogestão pelas cooperativas, associações e demais entidades da sociedade civil, com contratação de profissionais ou empresas para execução parcial dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente e;
d) Empreitada Global, com contratação de empresas especializadas para execução total dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente.
CARACTERÍSTICAS DO FINANCIAMENTO
a) taxa de juros: dispensada a cobrança de juros.
b) prazo de carência: o previsto para execução das obras, limitado a no mínimo 6 (seis) meses e no máximo de 24 (vinte e quatro) meses, podendo ser prorrogado até o máximo de 32 (trinta e dois) meses.
c) prazo para pagamento: Até 240 (duzentos e quarenta) meses.
d) comprometimento de renda: até 25% da renda familiar bruta apurada.
e) critério de atualização do saldo devedor: atualizado mensalmente pela mesma variação dos depósitos de poupança.
f) prestação: parcela devida de amortização de acordo com o saldo devedor atualizado da operação e o prazo de amortização.
g) seguro de danos físicos do imóvel: contratação a critério do Agente Financeiro em Apólice fornecida pelo Agente Financeiro ou Apólice de mercado fora do Agente Financeiro, podendo ser individual ou em grupo.
h) pontualidade no pagamento: As parcelas pagas até a data de vencimento terão um desconto mínimo de 10% sobre seu valor. No mês em que todo o grupo associativo pagar pontualmente as prestações, a entidade associativa receberá uma remuneração de 5% sobre o total do valor recebido.
LIMITES
NÚMERO DE UNIDADES HABITACIONAIS POR ENTIDADE:
A entidade proponente fica limitada a operar no máximo 3 (três) projetos ou 600 (seiscentas) unidades habitacionais simultâneas, por unidade federativa, sendo computadas as selecionadas e as contratadas. Um novo projeto na mesma unidade Federativa, somente será selecionado quando do cancelamento ou da conclusão de um projeto anterior, sendo observados os limites acima definidos.
Fonte:
MINISTÉRIO DAS CIDADES
COOPHAB-GCI
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