quinta-feira, 10 de junho de 2010

A Cidade Emergente!

A Cidade operária, no campo das lutas sociais alcançou benefícios e conquistas importantes para o seu desenvolvimento. É imperativo destacar que o resgate no campo do direito a moradia digna, aconteceu no momento certo do ponto de vista estratégico; foram decisivos a atuação do Movimento Popular, da Associação dos Moradores, com o apoio logístico dos padres e irmãos da Congregação João Calábria, no ano de 1988; onde a comunidade era denominada nos meios de comunicação de Cidade Dormitório,campeã de mazelas. Dedicamos em especial méritos aos Padres Valdemar,Júlio Gotardo e Irmão Nestor Forestti; a eles, seremos eternamente gratos, pela valiosa colaboração ao fortalecimento da cidadania,pela ação pastoral, e aos serviços prestados pelo Centro Educacional São José Operário.
Os primeiros passos.
. Grandes avanços na área da educação, entre o período 88/91, a região foi contemplada com 22 escolas de ensino fundamental da rede pública e 03 escolas do ensino médio ;somando-se a dezenas de escolas particulares. Na área da saúde o Socorrão II e o Pam Cidade Operária foram pleiteados pelas organizações comunitárias como prioridade número n°2, atualmente prestam serviços de grande relevância;considerando o tamanho da população do bairro e comunidade circunvizinhas,constituído na maioria por famílias de baixa renda, e da precariedade do sistema de transportes coletivos.
A grande perda na área ambiental foi a desativação do sistema de esgotamento sanitário, da lagoa de tratamento localizada na Janaina, em 1991. Outros aspecto negativos destacamos: a desorganização do mercado, ocupação de parte das áreas verdes e institucionais, feirinha na calçada do PAM, falta de espaço para atividades sociais, local onde a comunidade possa receber as nossas autoridades.
O ponto de destaque é o Centro Comercial da Cidade Operária que, possui uma rede de centenas de lojas, mercearias, Supermercados, empresas de serviços e trabalhadores autônomos nas áreas de: serralheria, carpintaria, mecânica e pintura; sendo boa parte destes provenientes do CESJO (Colégio dos padres) .
No setor comercial, os supermercados: Silmar, Wanelle, Aragão, Comercial Pina e Matérialde Construções, Armazém Paraíba, contribuíram decisivamente na confiança do mercado. A Cidade Operária é emergente!Possuímos o BRADESCO, Supermercado Matheus, Lojas Gabriella e Ótica Diniz; vem chegando o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, para atender os 34 bairros que constituem o nosso espaço geográfico.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

CRÉDITO SOLIDÁRIO


Crédito Solidário
O programa Crédito Solidário destina-se exclusivamente ao financiamento habitacional para famílias organizadas por entidades da sociedade civil; cooperativas,sindicatos e associações. Os interessados estarão habilitados após as assinaturas do contrato com a Caixa Econômica Federal.
O Ministério das Cidades atua como Gestor da aplicação dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Social - FDS, com a atribuição de implementar,monitorar e avaliar o Programa Crédito Solidário. A Caixa Econômica atua como Agente Operador dos recursos, acompanha, fiscaliza e controla os financiamentos. As Cooperativas e demais organizações na qualidade de Agentes Proponentes, responsáveis pela formulação e apresentação do projeto a serem financiados, bem como assistência e acompanhamento à realização das obras e serviços.
Beneficiário do Programa
Famílias de baixa renda de até 03 salários mínimos
Idosos acima de 60 anos na cota correspondente em até 5% do número de unidades do empreendimento. È vedada a participação de famílias titulares de financiamento habitacional obtidos de programas de Habitação de Interesse Social.
O QUE PODE SER FINANCIADO
AQUISIÇÃO DE TERRENO E CONSTRUÇÃO:
Financiamento para aquisição de terreno e material de construção com respectivas despesas de legalização, obras e serviços que resultem em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO PRÓPRIO:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação para construção em terreno próprio do beneficiário final, que resulte em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO DE TERCEIROS:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação da unidade habitacional do beneficiário final em terreno de terceiros.
CONCLUSÃO, AMPLIAÇÃO OU REFORMA DE UNIDADE HABITACIONAL:
Financiamento de material de construção, obras e serviços, com vistas a sanar problemas de salubridade, segurança, habitabilidade ou problema de adensamento excessivo.
AQUISIÇÃO DE UNIDADE CONSTRUÍDA:
Financiamento para aquisição de unidade construída com Habite-se expedido em até 180 dias.
Também poderão ser financiadas por essa modalidade, unidades habitacionais com Habite-se expedido a mais de 6 e menos de 24 meses, desde que não tenham sido alienadas ou habitadas.
AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS PARA REABILITAÇÃO URBANA COM FINS HABITACIONAIS:
Financiamento para aquisição de imóvel para reabilitação urbana com aquisição de material de construção, obras e serviços para conclusão ou reforma, que resulte em unidades habitacionais de interesse social.
OUTRAS MODALIDADES A SEREM AUTORIZADAS PELO GESTOR DAS APLICAÇÕES:
Poderão ser autorizadas pelo Gestor das Aplicações, após parecer do Agente Financeiro e Operador sobre a viabilidade do empreendimento proposto.

COMO SERÁ FEITA A CONSTRUÇÃO

a) autoconstrução;
b) Sistema de auto-ajuda ou mutirão;
c) Administração direta e autogestão pelas cooperativas, associações e demais entidades da sociedade civil, com contratação de profissionais ou empresas para execução parcial dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente e;
d) Empreitada Global, com contratação de empresas especializadas para execução total dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente.

CARACTERÍSTICAS DO FINANCIAMENTO

a) taxa de juros: dispensada a cobrança de juros.
b) prazo de carência: o previsto para execução das obras, limitado a no mínimo 6 (seis) meses e no máximo de 24 (vinte e quatro) meses, podendo ser prorrogado até o máximo de 32 (trinta e dois) meses.
c) prazo para pagamento: Até 240 (duzentos e quarenta) meses.
d) comprometimento de renda: até 25% da renda familiar bruta apurada.
e) critério de atualização do saldo devedor: atualizado mensalmente pela mesma variação dos depósitos de poupança.
f) prestação: parcela devida de amortização de acordo com o saldo devedor atualizado da operação e o prazo de amortização.
g) seguro de danos físicos do imóvel: contratação a critério do Agente Financeiro em Apólice fornecida pelo Agente Financeiro ou Apólice de mercado fora do Agente Financeiro, podendo ser individual ou em grupo.
h) pontualidade no pagamento: As parcelas pagas até a data de vencimento terão um desconto mínimo de 10% sobre seu valor. No mês em que todo o grupo associativo pagar pontualmente as prestações, a entidade associativa receberá uma remuneração de 5% sobre o total do valor recebido.

LIMITES

NÚMERO DE UNIDADES HABITACIONAIS POR ENTIDADE:
A entidade proponente fica limitada a operar no máximo 3 (três) projetos ou 600 (seiscentas) unidades habitacionais simultâneas, por unidade federativa, sendo computadas as selecionadas e as contratadas. Um novo projeto na mesma unidade Federativa, somente será selecionado quando do cancelamento ou da conclusão de um projeto anterior, sendo observados os limites acima definidos.

Fonte:
MINISTÉRIO DAS CIDADES
COOPHAB-GCI

CRÉDITO SOLIDÁRIO


O programa Crédito Solidário destina-se exclusivamente ao financiamento habitacional para famílias organizadas por entidades da sociedade civil; cooperativas,sindicatos e associações. Os interessados estarão habilitados após as assinaturas do contrato com a Caixa Econômica Federal.
O Ministério das Cidades atua como Gestor da aplicação dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Social - FDS, com a atribuição de implementar,monitorar e avaliar o Programa Crédito Solidário. A Caixa Econômica atua como Agente Operador dos recursos, acompanha, fiscaliza e controla os financiamentos. As Cooperativas e demais organizações na qualidade de Agentes Proponentes, responsáveis pela formulação e apresentação do projeto a serem financiados, bem como assistência e acompanhamento à realização das obras e serviços.
Beneficiário do Programa
Famílias de baixa renda de até 03 salários mínimos
Idosos acima de 60 anos na cota correspondente em até 5% do número de unidades do empreendimento. È vedada a participação de famílias titulares de financiamento habitacional obtidos de programas de Habitação de Interesse Social.
O QUE PODE SER FINANCIADO
AQUISIÇÃO DE TERRENO E CONSTRUÇÃO:
Financiamento para aquisição de terreno e material de construção com respectivas despesas de legalização, obras e serviços que resultem em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO PRÓPRIO:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação para construção em terreno próprio do beneficiário final, que resulte em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO DE TERCEIROS:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação da unidade habitacional do beneficiário final em terreno de terceiros.
CONCLUSÃO, AMPLIAÇÃO OU REFORMA DE UNIDADE HABITACIONAL:
Financiamento de material de construção, obras e serviços, com vistas a sanar problemas de salubridade, segurança, habitabilidade ou problema de adensamento excessivo.
AQUISIÇÃO DE UNIDADE CONSTRUÍDA:
Financiamento para aquisição de unidade construída com Habite-se expedido em até 180 dias.
Também poderão ser financiadas por essa modalidade, unidades habitacionais com Habite-se expedido a mais de 6 e menos de 24 meses, desde que não tenham sido alienadas ou habitadas.
AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS PARA REABILITAÇÃO URBANA COM FINS HABITACIONAIS:
Financiamento para aquisição de imóvel para reabilitação urbana com aquisição de material de construção, obras e serviços para conclusão ou reforma, que resulte em unidades habitacionais de interesse social.
OUTRAS MODALIDADES A SEREM AUTORIZADAS PELO GESTOR DAS APLICAÇÕES:
Poderão ser autorizadas pelo Gestor das Aplicações, após parecer do Agente Financeiro e Operador sobre a viabilidade do empreendimento proposto.

COMO SERÁ FEITA A CONSTRUÇÃO

a) autoconstrução;
b) Sistema de auto-ajuda ou mutirão;
c) Administração direta e autogestão pelas cooperativas, associações e demais entidades da sociedade civil, com contratação de profissionais ou empresas para execução parcial dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente e;
d) Empreitada Global, com contratação de empresas especializadas para execução total dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente.

CARACTERÍSTICAS DO FINANCIAMENTO

a) taxa de juros: dispensada a cobrança de juros.
b) prazo de carência: o previsto para execução das obras, limitado a no mínimo 6 (seis) meses e no máximo de 24 (vinte e quatro) meses, podendo ser prorrogado até o máximo de 32 (trinta e dois) meses.
c) prazo para pagamento: Até 240 (duzentos e quarenta) meses.
d) comprometimento de renda: até 25% da renda familiar bruta apurada.
e) critério de atualização do saldo devedor: atualizado mensalmente pela mesma variação dos depósitos de poupança.
f) prestação: parcela devida de amortização de acordo com o saldo devedor atualizado da operação e o prazo de amortização.
g) seguro de danos físicos do imóvel: contratação a critério do Agente Financeiro em Apólice fornecida pelo Agente Financeiro ou Apólice de mercado fora do Agente Financeiro, podendo ser individual ou em grupo.
h) pontualidade no pagamento: As parcelas pagas até a data de vencimento terão um desconto mínimo de 10% sobre seu valor. No mês em que todo o grupo associativo pagar pontualmente as prestações, a entidade associativa receberá uma remuneração de 5% sobre o total do valor recebido.

LIMITES

NÚMERO DE UNIDADES HABITACIONAIS POR ENTIDADE:
A entidade proponente fica limitada a operar no máximo 3 (três) projetos ou 600 (seiscentas) unidades habitacionais simultâneas, por unidade federativa, sendo computadas as selecionadas e as contratadas. Um novo projeto na mesma unidade Federativa, somente será selecionado quando do cancelamento ou da conclusão de um projeto anterior, sendo observados os limites acima definidos.

Fonte:
MINISTÉRIO DAS CIDADES

quinta-feira, 6 de maio de 2010

HIGIENIZAÇÃO DE FRUTAS E HORTALIÇAS.

Procedimentos para lavagem, Seleção e Desinfecção de Frutas, Legumes e Verduras.
Recepção
Na recepção os produtos devem ser íntegros, saudáveis, lavados em água corrente os vegetais folhosos, as frutas e legumes um a um. Os mesmos devem ser colocados de molho, por dez minutos, em água clorada, utilizando produto adequado para esse fim (ler o rotulo da embalagem), na diluição de até 200 ppm (01 colher de sopa para 01 litro).
Fazer o corte de alimentos para a montagem dos pratos com as mãos e utensílios bem lavados e mantê-los sob refrigeração até à hora de servir. São impróprias para o consumo a parte ou casca amolecida, manchada, mofada ou de cor alterada relacionada ao excesso ou falta de umidade.
Refrigeração
A temperatura de refrigeração a ser escolhida depende do tipo de produto e do tempo e condições de armazenamento. Certos produtos, como a banana e tomate não podem ser armazenados em T° inferiores a 13°C porque prejudicam o processo de maturação através da influencia de certas enzimas. A maçã oscila entre 0°C a 4,5°C a maior parte dos alimentos alteráveis pode ser conservado por refrigeração durante um tempo limitado, retardando as atividades microbianas e enzimáticas.
Congelamento
De modo geral, os alimentos congelam-se entre 0°C e -4°C. A escolha de temperatura de armazenamento vai depender do aspecto econômico e do tipo de produto. Na prática, usam-se em média, temperaturas de -10°C a -40°C. Entre os produtos que se prestam para congelação podemos incluir as carnes, ervilhas, morangos, milhos, frangos e pescados.
Os alimentos que não devem ser congelados: vegetais crus, ovo cozido, ave recheada, maionese e preparos à base de amido de milho.
Regras Básicas para Congelar Alimentos
Escolha alimentos de ótima qualidade; acondicionar com muito cuidado os alimentos a ser congelados e retirar todo o ar de dentro das embalagens; identificar com uma etiqueta, o nome, a quantidade e data do congelamento; congelar em porções que sejam utilizadas de uma só vez e conservar os alimentos congelados a uma temperatura de -10°C a -18°C.
Branqueamento
Os vegetais, incluindo os talos e as folhas, podem ser congelados por um processo chamado de branqueamento que consiste em: mergulhar os vegetais em água fervente depois retirá-los e em seguida proceder imediatamente o resfriamento, mergulhando esses vegetais em uma vasilha com água gelada, tal método serve para protegê-los em uma longa estocagem.

Procedimentos para o Descongelamento.
Para descongelar adequadamente os alimentos, retire-os do freezer com 24 horas de antecedência e coloque-os no refrigerador; não descongele os alimentos diretamente em água corrente; alimentos congelados que serão fritos poderão ir direto a fritadeira; os vegetais congelados branqueados podem ser refogados ou cozidos de imediato; as carnes, aves, peixes, massas, bolos recheados e sobremesas devem ser descongelados na geladeira. 0s molhos podem ser descongelados em fogo brando.
Fonte:Manual Segurança Alimentar-Cozinha Brasil-pgs 11-16 – 17.

terça-feira, 20 de abril de 2010

CURIOSIDADES...!

CURIOSIDADES, DA CIDADE OPERÁRIA!
A Cidade Operária invadida em 1986, tinha no seu comando uma tropa de choque peso pesado que comandava estes movimentos de ocupação. Eles atuavam de forma organizada, e quando a polícia deslocava-se para fazer o despejo; ou quando os contemplados chegavam para receber as casas, comunicavam-se rapidamente pipocando foguetes. Um sinal, um código de comunicação coletiva que servia para reunir ou dispersa-los. Existia o Movimento dos Contemplados e dos Ocupantes. A injustiça imperava dos dois lados, pois havia um balcão de negócios; durante a noite, saiam caminhões carregados de portas e janelas. Oportunistas usavam o movimento para levar vantagens; situação comum nos processos de invasões; embora, entre estes existissem aquelas famílias de baixa renda provenientes do Movimento Sem Teto, que não possuíam casas e líderes desprovidos de atitudes de exploração. Inegavelmente, dirigentes comprometidos com o Movimento dos Sem Teto, contribuíram para garantir o direito das famílias necessitadas de moradia.
A Cidade Operária na época era denominada de cidade dormitório, totalmente abandonada pelo poder público. Com a extinção do BNH, construída em área limite entre dois municípios persistiu a polêmica cartorial. Entre muitas variáveis políticas, de um governo recém eleito (Cafeteira) e do último ano de administração Municipal (Gardênia). Sem paternidade, a estratégia dos líderes foi criar entidades comunitárias, movidos pelas necessidades emergenciais e pelo programa do leite (Leite do Sarney); dezenas de associações foram criadas. O bairro possuía dois Conselhos Comunitários, 02 Associações de Feirantes, duas Associações de Moradores, dois Departamentos de Futebol Amador. A disputa política e de espaço de liderança era efervescente, bastante agitada. Diziam os mais antigos em conversas de esquina para descontrair, que este permanente clima de confusão e briga é porque no local era um imenso matagal, de desova. E que as almas penadas estavam clamando por justiça.
O projeto técnico do Conjunto Habitacional Cidade Operaria possuía 04 prédios destinados para funcionar centros comunitários. Foram depredados e com o passar do tempo, desviados de suas finalidades 01 cedido para instalação do 6° batalhão de policia militar, situado em frente ao mercado e 03 destinados para a área de educação: U.I Nascimento Morais, CEM II, e Centro de Referencia em Assistência Social (CRAS). A comunidade não dispõe de um Centro Social Comunitário, um espaço para audiências públicas e reuniões de interesse coletivo. Os locais disponíveis com agendamento prévio são: Associação de Moradores (AMCCO), Paróquia João Calábria e Centro Educacional São José Operário. Falta é gente, lideranças para encaminhar e lutar pelas melhorias do bairro! E o povo participar ativamente do processo reivindicatório.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

ALIMENTOS SAUDÁVEIS



Abate,higienização de frangos inteiros e de corte para comercialização. Preparo de frangos embutidos e defumados.

ALIMENTOS SAUDÁVEIS



O controle de qualidade dos alimentos é uma exigência do mercado consumidor e deve ocorrer em todas as etapas de produção, inicia-se no bom manejo da matéria prima, passando pelas atividades de boas práticas de manipulação; das condições adequadas de transportes, armazenamento, estocagem e exposição para venda ao consumidor.
A falta da higienização dos manipuladores e utensílios utilizados durante o manejo dos alimentos são os principais fatores que contribuem para o alto índice de contaminação dos produtos. Os hábitos higiênicos, como lavar as mãos antes de manipular os alimentos, não tossir e espirrar sobre eles ajudam a impedir a contaminação. Afinal, de nada adianta que os produtores e comerciantes ofereçam bons produtos se, o preparo da matéria prima e dos alimentos forem a causa das toxiinfecções alimentares.
INSTRUÇÕES PARA APLICAR AS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF)
Controlar a qualidade da água de abastecimento e garantir a qualidade da matéria prima junto aos fornecedores. Controlar temperaturas de câmaras frias, túneis de congelamento, freezers, geladeiras industriais, refresqueiras.
Manter higienizados torneiras e maçanetas de portas; fazendo com que os manipuladores de alimentos usem uniformes, luvas, toucas, máscaras e demais equipamentos de proteção individual, conforme determina legislação específica.
Observando e utilizando os métodos corretos para a limpeza e desinfecção dos locais de preparação e produção de alimentos e de matérias primas
Evitando o uso de equipamentos, facas, tábuas de carne, sujos ou insuficientemente limpos. Não usando os lavatórios destinados a lavagem das mãos para a higienização de alimentos, nem lavar as mãos nas pias destinadas à preparação de produtos alimentícios.
Manter os alimentos protegidos sempre que possível, e armazenando os produtos alimentícios com tampas justas, papel filme, evitando a entrada de insetos e roedores. Usar superfícies e facas separadas para preparar alimentos crus e de alto risco. Usar tábua de picar de poliuretano ou material semelhante e utilizar uma tábua para cada tipo de produto.
Adotar fluxograma sanitário para circulação de produtos: recepção, sala de manipulação, rotulagem e armazenagem, expedição, área suja.