UMA LUTA PERMANENTE PELA MELHORIA DOS TRANSPORTES COLETIVOS,AMPLIAÇÃO DA FROTA COM ÔNIBUS NOVOS. QUEREMOS SINALIZAÇÃO,FAIXAS DE PEDESTRES EM FRENTE DAS ESCOLAS, SUPERMERCADOS E POSTOS DE SAÚDE.
domingo, 7 de maio de 2017
MERCADO CIDADE OPERÁRIA TEM NINHO
Com mais de quinhentos box e bancas o Mercado da Cidade Operária considerado o maior Mercado de São Luís Maranhão encravado em uma região que atende consumidores de mais de trinta bairros,encontra-se atualmente jogado literalmente as moscas e urubus.
sábado, 6 de maio de 2017
Mais Asfalto
Os Moradores da Cidade Operária aguardam a conclusão das obras do Mais Asfalto iniciadas ano passado, a exemplo citamos os casos da Unidade 205, nas ruas: 06,08,10,12,18,20,22,24,26,28.Incluindo a Ciclovia 204, que precisa urgentemente de urbanização dos espaços reservados para praças e requalificação asfáltica.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
CATADORES ASCAMAR
Associação de Catadores de Material Reciclável(ASCAMAR) São Luís/MA
Reaproveitamento de Óleos e Gorduras Residuais(OGRS) na Produção de Sabão Artesanal,reduzindoos impactos ambientais, gerando trabalho aos catadores fortalecendo
a economia solidária,promovendo a logistica reversa, do óleo social em favor da natureza!
domingo, 30 de abril de 2017
PRIORIDADES EM PAUTA
Os representantes de
Organizações Comunitárias da Região Cidade Operária reúnem-se para debater e
construir propostas de interesse coletivo. Compõem o Colegiado do Fórum:
Representantes dos Conselhos Comunitários, de Segurança, Associações de Moradores,
grupos sociais organizados da Regional. Neste primeiro eixo das discussões
temáticas, os grupos apresentaram suas reinvindicações, que devem constar no
elenco de propostas a serem apresentadas nos fóruns de cidadania para
elaboração de propostas e aprovação de prioridades.
Organização e Revitalização do Espaço Urbano, com identificação e mapeamento das sobras das
áreas de uso público. As áreas ociosas estão cheias de mato e lixo por conta da
disposição irregular feita por carroceiros. Outras ocupadas por barracas e trailers,
enquanto as calçadas e canteiros estão ocupados por veículos e bancas colocando
os pedestres a própria sorte.
Melhoramento e Urbanização das Ciclovias, espaços livres
para construção de praças e áreas de lazer que no período seco, acumulam poeira
nas casas que estão no seu entorno.
Investir
em mobilidade urbana, melhoramento do transporte público, semáforos, faixas,
abrigo nas paradas de ônibus. Ausência destes equipamentos tem causado
acidentes físicos, e vítimas com traumas graves.
Construção da Praça de
Esporte,
dispondo de calçadão, com quadra poliesportiva e academia livre. Urbanização e
Construção de Praças no entorno da Ciclovia 204 que separa a Unidade
203 / Unidade 205.
Urbanização e Construção de praças no entorno da Ciclovia 102 que
separa a Unidade 101 / Unidade103.
Instalação de uma Agência
da Caixa Econômica Federal no Bairro Cidade Operária. Reforma completa do Mercado
Hortifrutigranjeiro.
Implantação de uma Unidade de Colégio Militar do Corpo de Bombeiros do
Maranhão.
Instalação de uma Unidade de
Atendimento do Viva Cidadão, no bairro Cidade Operária.
Implantação de uma Unidade de Colégio
da Policia Militar.
Pavimentação, tapa buracos nas
ruas não contempladas pelo Programa Mais Asfalto nas Unidades
(101,103,105,203,205,201) da Cidade Operária.
Melhorias no Paisagismo Urbano
nos ambientes reservados para praças.
CRIAÇÃO DO PARQUE ESTADUAL DA CIDADE OPERÁRIA,
com Centros de Pesquisas Naturais, na Área de Proteção Ambiental do IBAMA no
entorno da UEMA.
Estas
são as propostas apresentadas nesta primeira rodada de reuniões realizadas na
comunidade no mês de abril deste ano.
sábado, 21 de maio de 2016
A REFORMA DO MERCADO É PRIORIDADE
Foi realizado em 19 de maio de 2015, audiência pública na Câmara
Municipal de São Luís, com requerimento do Vereador pavão Filho, para tratar
sobre a questão da reforma e restauração do mercado da Cidade Operária, por sua
propositura através de indicação ao Governo do Estado Do Maranhão.
O mercado da Cidade Operária foi
inaugurado em 1987, no governo de Epitácio Cafeteira e posteriormente entregue
à Cooperativa dos Feirantes. Estando o patrimônio físico de domínio da
Secretaria de Gestão e Patrimônio por conta de um termo de cessão, já
expirado há oito anos.
Na Pauta da Audiência
O Parlamentar colocou que o objetivo
é a conquista de um centro de abastecimento com padrão nacional e que atualmente,
aquele mercado está transformado num local insalubre, com esgoto a céu aberto,
lixo espalhado, sem higienização adequada, com as instalações completamente
deterioradas, e bancas espalhadas desorganizando totalmente o passeio publico. A
propositura foi reiterada por mais três vezes. Em 10 de março, de 2014, foi
encaminhada a segunda indicação, no mesmo sentido, ao então
secretário de Infraestrutura, Luís Fernando Silva. Já em 25 de agosto do mesmo
ano, a propositura foi reapresentada, desta vez a outro ocupante daquela pasta,
José Raimundo Frazão e, por último, em 28 de janeiro deste ano, ao governador
Flávio Dino. A luta do vereador Pavão Filho pela construção do novo mercado da
Cidade Operária foi iniciada em 16 de abril de 2013, quando
apresentou a indicação de nº 170 à então governadora Roseana Sarney, solicitado
a reforma daquela feira.
Participantes
Estiveram presentes na audiência lideres de
movimentos sociais populares e representantes de associações comunitárias e do
Conselho Comunitário da Cidade Operária. Representantes da Secretaria de Governo,
assessores do Governador Flavio Dino e do Prefeito Edvaldo Holanda Junior.
REIVINDICAÇÃO DA COMUNIDADE E FEIRANTES.
Em duas oportunidades o Vereador Pavão
Filho esteve no Palácio do Governo para tratar da pauta da reforma do mercado.
Na primeira com o presidente da Cooperativa dos Feirantes, Josinvan Gonçalves(Cabeludo), o feirante José Ribamar
Correa e o coordenador de movimentos populares da Cidade Operária, Pedro Câmara
e na segunda oportunidade com o Presidente da Associação de feirantes que
atualmente administra o Horto Mercado. Todos os presentes relataram que os comerciantes estão falindo, que o
local está desorganizado com demorados engarrafamentos e presenças de usuários de
drogas.
OS ENCAMINHAMENTOS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO APRESENTADOS NA AUDIÊNCIA.
Ponto Críticos:
Disputa interna, conflitos de interesse de grupos de feiras e mercado, existe 03 comandos (lojistas, cooperativa, associação, inadimplência.
Ponto Forte: Capacidade de atendimento, espaço físico.
Ponto Fraco: Sujeira, Insalubridade. Desorganização do espaço urbano, disputa interna de gestão, falta segurança ambiente de acesso usuários drogas.
Ameaças: Desconfiança, descrédito de feirantes e usuários no poder público.
Resultado esperados:
Plano de Gestão em fase de elaboração especifico para produtos hortifrutigranjeiros.
Elaboração Código Sanitário que vai propor projeto de lei.
A PGE já solicitou a transferência junto a Segep o domínio do Mercado para Sagrima. A Sinfra e Sagrima estão em fase de discussão, planejamento. e orçamento do projeto de reforma física e do plano de gestão do horto mercado frutigranjeiro. Em reunião foi colocado que esta previsto a estimativa de valores e custos e licitação em agosto, e conclusão de 06 a 10 meses e entrega 2017. A Sagrima que vai tratar de abastecimento, de Segurança Alimentar, e Produtos Agropecuários.
Ponto Críticos:
Disputa interna, conflitos de interesse de grupos de feiras e mercado, existe 03 comandos (lojistas, cooperativa, associação, inadimplência.
Ponto Forte: Capacidade de atendimento, espaço físico.
Ponto Fraco: Sujeira, Insalubridade. Desorganização do espaço urbano, disputa interna de gestão, falta segurança ambiente de acesso usuários drogas.
Ameaças: Desconfiança, descrédito de feirantes e usuários no poder público.
Resultado esperados:
Plano de Gestão em fase de elaboração especifico para produtos hortifrutigranjeiros.
Elaboração Código Sanitário que vai propor projeto de lei.
A PGE já solicitou a transferência junto a Segep o domínio do Mercado para Sagrima. A Sinfra e Sagrima estão em fase de discussão, planejamento. e orçamento do projeto de reforma física e do plano de gestão do horto mercado frutigranjeiro. Em reunião foi colocado que esta previsto a estimativa de valores e custos e licitação em agosto, e conclusão de 06 a 10 meses e entrega 2017. A Sagrima que vai tratar de abastecimento, de Segurança Alimentar, e Produtos Agropecuários.
A segunda etapa do processo da restauração e
revitalização do mercado vai ser incluída o processo de formação e capacitação
de empreendedorismo. O Plano maior é o Horto Mercado a reestruturação da feira
é competência da Prefeitura Municipal de São Luís.
sábado, 5 de dezembro de 2015
MERCADO CIDADE OPERÁRIA,DECISÃO JUDICIAL
Estado tem 30 dias para divulgar programa e
cronograma de reforma da Feira da Cidade Operária, determina Justiça
O Estado do Maranhão tem o prazo de 30 dias para divulgar o programa e o
cronograma de reforma da Feira da Cidade Operária. A determinação consta de
sentença assinada nessa segunda-feira (30) pelo juiz Clésio Coelho Cunha,
respondendo pela Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís. Na
sentença, o magistrado determina também ao Estado a previsão, no orçamento de
2016, da verba necessária para a referida reforma. A multa diária em caso de
descumprimento é de R$ 2 mil. O Estado do Maranhão deve ser citado para
responder à ação no prazo de 60 dias.
Feira da Cidade
Operária – Imagem divulgação
A decisão judicial atende a pedido de antecipação de tutela em Ação
Civil Pública interposta pelo Ministério Público Estadual em desfavor do Estado
do Maranhão em razão da constatação das péssimas condições da Feira. Entre as
irregularidades apontadas, a péssima estrutura do imóvel; acúmulo de lixo e
falta de limpeza e higiene dentro e fora da feira; presença de insetos; esgoto
a céu aberto; mau cheiro e animais dentro da feira e uso de drogas no local no
período noturno, relatadas em laudo elaborado por servidores do Núcleo
Psicossocial das Promotorias de Justiça da Capital.
O MPE cita ainda o resultado de inspeção técnica feita pela Vigilância
Sanitária em março de 2012 que aponta para nenhum tipo de estrutura sanitária e
condições insalubres na Feira; violação e desacordos às Normas Higiênico Sanitárias
vingentes. Nova inspeção do órgão (Vigilância) em 2013 concluiu novamente pelo
estado precário das instalações físicas e estruturais da feira, bem com para a
não observância de normas de higiene e conservação na manipulação de alimentos.
Nas palavras do autor da ação, “a Secretaria de Estado de Gestão e
Previdência tem ciência da situação da feira, inclusive dos relatórios da
Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Sanitária SVES/SEMUS, uma vez
que o MPE solicitou solução para as desconformidades detectadas. No entanto não
houve resposta efetiva”. O MPE relata ainda realização de Pregão Presencial
para contratação de empresa com vista ao levantamento, elaboração de programas
de necessidades e outros para reforma da Feira, “no entanto em nenhum momento o
réu demonstrou intenção concreta de realizar urgentemente as obras necessárias
ao regular funcionamento da Feira da Cidade Operária”.
Intimado a se manifestar, o Estado “manteve-se em silêncio”, consta da
ação.
Danos à saúde
pública – Citando auto de vistoria e laudo social do MPE, além de
relatórios de inspeção da Vigilância Sanitária e SEMUS, o magistrado afirma que
as provas anexadas ao processo corroboram as alegações do Ministério Público
acerca das péssimas condições da Feira.
Nesse sentido, Clésio Cunha destaca o relatório de Inspeção
Sanitária/SEMUS cuja conclusão é de que “a Feira da Cidade Operária encontra-se
em precárias condições higiênicos-sanitárias, além de possuir condições de
infraestrutura inaceitárveis para o desenvolvimento das atividades relacionadas
ao manuseio e comercialização dos alimentos, comprometendo a qualidade dos
produtos e podendo ocasionar doenças transmitidas por alimentos, além de
proliferação de vetores transmissores de doença”.
E conclui: o perigo da demora está presente, porquanto a atual situação
do Hortomercado da Cidade Operária, conforme apontado nos relatórios da
Vigilância Sanitária, pode ocasionar danos à saúde pública, devido à constante
exposição dos alimentos comercializados a vetores transmissores de doenças”.
Fonte: Jornal
Pequeno/01/dez/2015
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