quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Passeata,ônibus de qualidade já !
No dia 07 de dezembro, a comunidade da Cidade Operária voltou as ruas para protestar em defesa da melhoria dos transpores coletivos, fazendo a chamada ¨Queremos, os nossos ônibus de volta.A passeata deu inicio as 7;30 saindo do ponto de concentração no Centro Educacional São José Operário(colégio dos padres); passando pela avenida 203,indo até a rotatória da UEMA,com faixas e cartazes reivindicando a reativação das linhas próprias que foram retiradas há dez anos. Ao final os manifestantes, num total de 50 lideranças, representantes de associações comunitárias, conselho comunitário, grupos ligados a igreja católica, conselho tutelar e movimento popular. Durante 03 horas de manifestos, com um congestionamento no transito no corredor das avenidas 203 e 205; de ônibus dos bairros circunvizinhos causando transtorno aos usuários que se deslocavam para o Centro. Atualmente o sistema de transporte da região é constituído por 130 ônibus distribuído em 13 linhas; em que no horário de pico não atendem aos 34 bairros interligados a região Cidade Operária, Cidade Olímpica. Os ônibus quando chegam a esta comunidade, a maioria passam superlotados indo diretamente ao terminal. Os manifestantes resistiram a várias tentativas de desmobilização, pela policia militar que negociavam liberar parte da pista, em conjunto com assessores do Coordenador de Transporte eng° Manoel Cruz, para o deslocamento do grupo até a SMTT para as devidas providências. O grupo resiste, que aceita negociar com a presença do Secretário Clodomir Paz. A solução definitiva veio com a confirmação do Secretário que aceitava receber os manifestantes no final da tarde em audiência na SMTT. Durante a reunião e definidas as prioridades, com as presenças dos representantes do Consórcio das Empresas,Assessoria Jurídica , Sindicato e Representantes da Comunidade.O Secretário autorizou as novas linhas,com 06 ônibus no coreto da U-101 sentido Av. Jerônimo de Albuquerque,São Francisco,praça Deodoro.Coreto da U-205,sentido rodoviária, Av.Africanos,Rua do Passeio e mais 02 ônibus residencial Nice Lobão até o terminal do São Cristovão.Com estas 02 linhas e 02 ônibus para linha alimentadora,amenizam a situação dos moradores da cidade operaria.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
programanamidia.com: site cidade operaria.com
Passeata: Queremos nossos ônibus de volta!
As lideranças comunitárias da Cidade Operária, Associação de Moradores, representantes da Congregação João Calábria, da Igreja Assembléia de Deus Pentecostal e Movimento Popular. Organizaram hoje, a passeata na Avenida principal, saindo as 7:30 do Centro Educacional São José Operário Até a rotatória da Uema, com faixas e cartazes reivindicando a voltadas linhas próprias do bairro.Sendo as duas linhas de ônibus ,com saída do coreto da unidade 101 e unidade 205.Com palavras de ordem :queremos os nossos ônibus de volta.Nas faixas e cartazes: aumentam as tarifas e ônibus diminuem,chega de lata veia,chega de andar trepado em ônibus velho,queremos a renovação da frota,dignidade,dignidade nos serviços de transportes coletivos.Estiveram presentes ao manifesto representantes de movimentos sociais, do bairro: Jorge Peixoto, Manoel Maciel,Pedro Câmara,Lucia Diniz;
Em 28/10/2010, foi protocolado e entregue ao Secretario da SMTT, José de Ribamar Oliveira abaixo assinado com 7008 assinaturas (sete mil e oito) e em aditamento ao pleito em 30/11/2011, ao Secretário Clodomir Paz através de oficio n°040/11, pela AMCCO.
Em outubro de 2009,quando da realização da passeata reivindicando as novas linhas, O gerente engenheiro Manoel Cruz, ficou de fazer estudo de viabilidade,em outubro de 2010,protocolamos um novo pedido com abaixo assinado e até o presente, não fomos atendidos. A Cidade Operaria hoje é um imenso corredor de transportes de ônibus que vem de outros bairros que já passam superlotados. os motoristas muitas das vezes não param nos pontos para não chegarem atrasados no terminal do São Cristovão.A maioria dos ônibus são carcaças velhas de 02 portas.A SMTT,informa que são 13 linhas com 130 ônibus que servem a região Cidade Olímpica-Cidade Operaria.No horário de pico a população fica numa longa espera,chegando atrasada ao seu destino.trabalhadores e estudantes ficam bastantes irritados:com o caos dos transportes,o desconforto,e engarrafamento até chegar ao centro.
Esperamos ser atendidos, caso contrário retornaremos com maior força de mobilização, nos próximos dias.
As lideranças comunitárias da Cidade Operária, Associação de Moradores, representantes da Congregação João Calábria, da Igreja Assembléia de Deus Pentecostal e Movimento Popular. Organizaram hoje, a passeata na Avenida principal, saindo as 7:30 do Centro Educacional São José Operário Até a rotatória da Uema, com faixas e cartazes reivindicando a voltadas linhas próprias do bairro.Sendo as duas linhas de ônibus ,com saída do coreto da unidade 101 e unidade 205.Com palavras de ordem :queremos os nossos ônibus de volta.Nas faixas e cartazes: aumentam as tarifas e ônibus diminuem,chega de lata veia,chega de andar trepado em ônibus velho,queremos a renovação da frota,dignidade,dignidade nos serviços de transportes coletivos.Estiveram presentes ao manifesto representantes de movimentos sociais, do bairro: Jorge Peixoto, Manoel Maciel,Pedro Câmara,Lucia Diniz;
Em 28/10/2010, foi protocolado e entregue ao Secretario da SMTT, José de Ribamar Oliveira abaixo assinado com 7008 assinaturas (sete mil e oito) e em aditamento ao pleito em 30/11/2011, ao Secretário Clodomir Paz através de oficio n°040/11, pela AMCCO.
Em outubro de 2009,quando da realização da passeata reivindicando as novas linhas, O gerente engenheiro Manoel Cruz, ficou de fazer estudo de viabilidade,em outubro de 2010,protocolamos um novo pedido com abaixo assinado e até o presente, não fomos atendidos. A Cidade Operaria hoje é um imenso corredor de transportes de ônibus que vem de outros bairros que já passam superlotados. os motoristas muitas das vezes não param nos pontos para não chegarem atrasados no terminal do São Cristovão.A maioria dos ônibus são carcaças velhas de 02 portas.A SMTT,informa que são 13 linhas com 130 ônibus que servem a região Cidade Olímpica-Cidade Operaria.No horário de pico a população fica numa longa espera,chegando atrasada ao seu destino.trabalhadores e estudantes ficam bastantes irritados:com o caos dos transportes,o desconforto,e engarrafamento até chegar ao centro.
Esperamos ser atendidos, caso contrário retornaremos com maior força de mobilização, nos próximos dias.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
programa na midia.com: site cidade operaria.com
Prioridade das prioridades.
A Cidade Operária, uma comunidade em expansão, criada há 25 anos, possui um grande Centro Comercial, variedades de empresas prestadoras de serviços, 18 escolas da rede pública, dezenas de escolas da rede privada,dois hospitais públicos,banco do Brasil e Bradesco.Uma estrutura de desenvolvimento econômico comparada a uma cidade de porte médio do Estado do Maranhão. Esse é o lado bom da história, do outro lado a situação é bem diferente; o nosso sistema de transporte eu diria que é o caos..é precário mesmo.Segundo informações da SMTT; Possui na regional 13 linhas, num total de 130 Ônibus.O que se vê no horário de pico é uma procissão de ônibus lotados vindo de vários bairros transformando as nossas avenidas em um imenso corredor,ocorre com freqüência que os motoristas pela demora nas paradas,engarrafamentos,acabam dirigindo-se diretamente ao terminal da integração para não queimar viagem.Essa situação é critica,muda a rotina das pessoas, que chegam o atrasado nos seus compromissos.O sistema integrado tem suas vantagens que é a tarifa única; o preço é caro pois a desvantagem é a superlotação dos terminais,com ônibus velhos ,desconfortáveis e o povo andando pendurado nessas imundícies. A situação é critica, São Luís com hum milhão de habitantes e mais de 250 mil veículos trafegando em vias inadequadas para o tamanho dos serviços.Outra questão que precisa ser discutida e colocada na pauta de prioridades é a preservação de nossas áreas verdes. As áreas disponíveis aos poucos vem sendo ocupadas para outros fins.Citamos como exemplo a construção do Residencial Luís Rocha, na lateral da UEMA, e gora mais recente,a tentativa de ocupação da área verde que fica em frente ao Supermercado Mateus,por uma empresa que pretendia remanejar o pessoal da invasão Novo Angelim,por conta da construção de um conjunto de apartamento nas proximidades do Atacado Makro. Os Conselhos Comunitários e representantes do Movimento Popular recorreram ao Ministério Público. E a justiça fez prevalecer a lei federal n°766, em que áreas públicas são de uso comum, são inalienáveis. Ocorre que nesse local estava projetado pela Prefeitura de São Luís,na gestão de Tadeu Palácio a construção de uma URPV(unidade receptora de pequenos volumes);que são podas de árvores,entulhos e objetos descartáveis.O projeto não saiu do papel, os sujões começaram a fazer de uma área destinada para praça, ou uma quadra poliesportiva, em um péssimo cartão postal ; transformando este local em um imenso lixão, fazendo dos urubus os seus inquilinos.O sistema de esgoto sanitário é precário deveria ser modelo.Já quando da construção do conjunto foi dotado de uma excelente infra estrutura,com rede coletora ,emissários e duas lagoas de estabilização;daí o governo do Maranhão durante todo esse tempo, nada fizeram para reativá-lo,muito pelo contrário, cometeram crime de responsabilidade, pois permitiram a invasão deste local e levaram água,luz,asfalto e todo tipo de infraestrutura.E os dejetos até hoje correm a céu aberto perfumando o nosso ar.Os rios Paciência e da Mata, onde muitas famílias tiravam seus sustentos,foram extintos transformando-se literalmente em imensas valas de esgotos.
A Cidade Operária, uma comunidade em expansão, criada há 25 anos, possui um grande Centro Comercial, variedades de empresas prestadoras de serviços, 18 escolas da rede pública, dezenas de escolas da rede privada,dois hospitais públicos,banco do Brasil e Bradesco.Uma estrutura de desenvolvimento econômico comparada a uma cidade de porte médio do Estado do Maranhão. Esse é o lado bom da história, do outro lado a situação é bem diferente; o nosso sistema de transporte eu diria que é o caos..é precário mesmo.Segundo informações da SMTT; Possui na regional 13 linhas, num total de 130 Ônibus.O que se vê no horário de pico é uma procissão de ônibus lotados vindo de vários bairros transformando as nossas avenidas em um imenso corredor,ocorre com freqüência que os motoristas pela demora nas paradas,engarrafamentos,acabam dirigindo-se diretamente ao terminal da integração para não queimar viagem.Essa situação é critica,muda a rotina das pessoas, que chegam o atrasado nos seus compromissos.O sistema integrado tem suas vantagens que é a tarifa única; o preço é caro pois a desvantagem é a superlotação dos terminais,com ônibus velhos ,desconfortáveis e o povo andando pendurado nessas imundícies. A situação é critica, São Luís com hum milhão de habitantes e mais de 250 mil veículos trafegando em vias inadequadas para o tamanho dos serviços.Outra questão que precisa ser discutida e colocada na pauta de prioridades é a preservação de nossas áreas verdes. As áreas disponíveis aos poucos vem sendo ocupadas para outros fins.Citamos como exemplo a construção do Residencial Luís Rocha, na lateral da UEMA, e gora mais recente,a tentativa de ocupação da área verde que fica em frente ao Supermercado Mateus,por uma empresa que pretendia remanejar o pessoal da invasão Novo Angelim,por conta da construção de um conjunto de apartamento nas proximidades do Atacado Makro. Os Conselhos Comunitários e representantes do Movimento Popular recorreram ao Ministério Público. E a justiça fez prevalecer a lei federal n°766, em que áreas públicas são de uso comum, são inalienáveis. Ocorre que nesse local estava projetado pela Prefeitura de São Luís,na gestão de Tadeu Palácio a construção de uma URPV(unidade receptora de pequenos volumes);que são podas de árvores,entulhos e objetos descartáveis.O projeto não saiu do papel, os sujões começaram a fazer de uma área destinada para praça, ou uma quadra poliesportiva, em um péssimo cartão postal ; transformando este local em um imenso lixão, fazendo dos urubus os seus inquilinos.O sistema de esgoto sanitário é precário deveria ser modelo.Já quando da construção do conjunto foi dotado de uma excelente infra estrutura,com rede coletora ,emissários e duas lagoas de estabilização;daí o governo do Maranhão durante todo esse tempo, nada fizeram para reativá-lo,muito pelo contrário, cometeram crime de responsabilidade, pois permitiram a invasão deste local e levaram água,luz,asfalto e todo tipo de infraestrutura.E os dejetos até hoje correm a céu aberto perfumando o nosso ar.Os rios Paciência e da Mata, onde muitas famílias tiravam seus sustentos,foram extintos transformando-se literalmente em imensas valas de esgotos.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Gigante adormecido II
A região Cidade Operária ,Cidade Olímpica e bairros circunvizinhos, estimada em mais de 250 mil habitantes, nos 34 bairros encravados neste espaço geográfico, correspondem a ¼ da população de São Luís. O bairro Cidade Operária, comunidade que no inicio da sua constituição foi berço de grandes lutas e conquistas de grande relevância na área da educação, transportes, saúde, e pela preservação das áreas publicas; com uma participação decisiva dos movimentos populares, associações e grupos de jovens, em especial destacamos a participação na época de Padres e irmãos da congregação João Calábria. Grandes conquistas alcançadas nas décadas de 80 e 90: a exemplo citamos o aumento na frota de ônibus,escolas de ensino fundamental e médio, Posto de Saúde PAM,e os manifestos pela preservação das áreas verdes.Lutas isoladas de pequenos grupos vem sendo travadas,sem a participação da população na melhoria dos serviços de transportes coletivos,segurança ,saúde e educação.Observamos que nestas áreas,houve perdas na qualidade dos serviços.Na área dos transportes a SMTT e os empresários afirmam que circulam 130 ônibus em toda região e que atendem a demanda de 50 mil usuários que se deslocam para o centro.Essa afirmativa,é incompatível com a realidade, pois que no horário de pico, a maioria dos ônibus que circulam são velhos, de duas portas,com passageiros pendurados,em pontos de paradas superlotados.A Cidade Operária transformou-se em um imenso corredor,pois a maioria dos ônibus que vem dos outros bairros passam superlotados. Na área da saúde ganhamos a reforma PAM com a denominação de UPA, e perdemos em qualidade, pois para o tamanho desta população, o ideal é ampliar as especialidades médicas, pela vocação e pelo perfil da nossa luta, de conquistar uma Unidade de Media Complexidade, pois já possuímos o Socorrão II, que atende também outras cidades do Maranhão e que necessita melhorar sua infra-estrutura, humanizar o atendimento. E a população reclama de todas estas mazelas e nada faz para reverter tal situação. Na área da segurança, o policiamento só na propaganda do governo, a ausência de uma política de segurança, deixa a população desprotegida, convivendo com assaltos, com o consumo de drogas,destruindo nossa juventude.E a população apenas assiste o noticiário, ou lendo a pagina policial.As escolas embora com uma boa aparência e instalações razoáveis, o ensino é fraco, faltam ferramentas para o fortalecimento da cidadania,de ser uma referencia de mudança de hábitos e valores.E o nosso ponto de destaque, são as nossas imensas áreas verdes e institucionais, onde deveriam ser instalados, praças,anfiteatro,espaços culturais,estão sendo ocupadas pelos pequenos projetos residenciais.Citamos o caso do residencial Luis Rocha;construído em cima de uma área verde na lateral da Uema, onde passa a macro rede de esgoto. E ao final desta em frente ao Supermercado Mateus, onde a prefeitura deveria construir uma URPV(unidade receptora de resíduos sólidos), vai ser construído outro empreendimento residencial,há comentários que vai receber o povo da invasão localizada no novo Angelim, do empreendimento próximo ao Atacado Macro. As comunidades através das suas organizações populares devem reagir! Caso contrário, os programas habitacionais do PAC vão invadir as nossas áreas verdes e institucionais, de uso comum. Querem transformar o nosso bairro em um imenso aglomerado habitacional, sem levar em conta a nossa qualidade de vida, desrespeitando a lei que preservam as áreas públicas.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Descaso com o meio ambiente
DESCASO COM O MEIO AMBIENTE.
Sistema de esgotamento sanitário da Cidade Operaria não funciona.
Representantes de organizações comunitárias em 1998 manifestaram junto ao Ministério Publico Estadual, através de exposição de motivos o descaso da CAEMA na questão do funcionamento do Sistema de Esgoto. A ação civil pública movida pelo Promotor do Meio Ambiente – Dr. Fernando Barreto Junior; peticiona cobrando da CAEMA a reativação do sistema de tratamento de esgoto.
PASSO A PASSO.
Em agosto de 1999, a CAEMA pediu a suspensão do processo por um prazo de seis meses para executar a obra. O prazo expirou e a obra não foi executada; a CAEMA pediu novo prazo e o MPE negou. Na época a Companhia alegava falta de recursos financeiros comprometendo-se a incluí-la no lote de obras do Projeto de Saneamento da Ilha de São Luís.
No período da ocupação do bairro foi implantado um moderno sistema de esgotamento sanitário constituído de rede coletora, estações elevatórias e 02 bacias (lagoas de estabilização) para tratamento dos seus efluentes. Ao longo dos anos em seu entorno foram surgindo invasões, no espaço geográfico do bairro Janaína - Riod. Hoje a área está cercada de casebres. Nos autos do processo constam alegações de que a invasão de sem-tetos no local seria outro fator que impossibilitou a execução das obras.
ORIGEM DO PROBLEMA
Na década de 90 foi criada no bairro Areinha a invasão denominada Vila Lobão, precisamente onde funciona o Shoping Távola Center; os ocupantes dessa vila receberam uma notificação de ACÂO DE DESPEJO, sendo remanejados com orientação de pessoas interessadas e vinculados politicamente ao Governador João Alberto para o local onde fica a Bacia, Vila Janaína Riod.
Passados 10 anos, do acordo celebrado pelo Ministério Público e CAEMA pela suspensão do processo, obras de esgotamento sanitário por toda a ilha foram feitas, tais como a do Bacanga, do Jaracaty, Ilhinha, enquanto o da Cidade Operária por ser um projeto muito mais antigo nunca saiu do papel; graves conseqüências já existem, os dejetos foram desviados contaminando o Rio Paciência e o Rio da Mata e estes agonizam. Afinal são 250 mil habitantes em toda a região sem sistema de esgoto sanitário.
QUAIS AS PRÓXIMAS AÇÕES.
É óbvio que o Poder Público comete crime de responsabilidade considerando que no local existe água, energia, e asfalto. Cabe ao Ministério Público provocar o andamento. A comunidade através de seus representantes deve cobrar providencias junto às autoridades competentes. Caso contrário o processo prosseguirá a passos lentos, redistribuídos em sorteio pelas Varas da Fazenda Pública, para prosseguimento do feito.
Sistema de esgotamento sanitário da Cidade Operaria não funciona.
Representantes de organizações comunitárias em 1998 manifestaram junto ao Ministério Publico Estadual, através de exposição de motivos o descaso da CAEMA na questão do funcionamento do Sistema de Esgoto. A ação civil pública movida pelo Promotor do Meio Ambiente – Dr. Fernando Barreto Junior; peticiona cobrando da CAEMA a reativação do sistema de tratamento de esgoto.
PASSO A PASSO.
Em agosto de 1999, a CAEMA pediu a suspensão do processo por um prazo de seis meses para executar a obra. O prazo expirou e a obra não foi executada; a CAEMA pediu novo prazo e o MPE negou. Na época a Companhia alegava falta de recursos financeiros comprometendo-se a incluí-la no lote de obras do Projeto de Saneamento da Ilha de São Luís.
No período da ocupação do bairro foi implantado um moderno sistema de esgotamento sanitário constituído de rede coletora, estações elevatórias e 02 bacias (lagoas de estabilização) para tratamento dos seus efluentes. Ao longo dos anos em seu entorno foram surgindo invasões, no espaço geográfico do bairro Janaína - Riod. Hoje a área está cercada de casebres. Nos autos do processo constam alegações de que a invasão de sem-tetos no local seria outro fator que impossibilitou a execução das obras.
ORIGEM DO PROBLEMA
Na década de 90 foi criada no bairro Areinha a invasão denominada Vila Lobão, precisamente onde funciona o Shoping Távola Center; os ocupantes dessa vila receberam uma notificação de ACÂO DE DESPEJO, sendo remanejados com orientação de pessoas interessadas e vinculados politicamente ao Governador João Alberto para o local onde fica a Bacia, Vila Janaína Riod.
Passados 10 anos, do acordo celebrado pelo Ministério Público e CAEMA pela suspensão do processo, obras de esgotamento sanitário por toda a ilha foram feitas, tais como a do Bacanga, do Jaracaty, Ilhinha, enquanto o da Cidade Operária por ser um projeto muito mais antigo nunca saiu do papel; graves conseqüências já existem, os dejetos foram desviados contaminando o Rio Paciência e o Rio da Mata e estes agonizam. Afinal são 250 mil habitantes em toda a região sem sistema de esgoto sanitário.
QUAIS AS PRÓXIMAS AÇÕES.
É óbvio que o Poder Público comete crime de responsabilidade considerando que no local existe água, energia, e asfalto. Cabe ao Ministério Público provocar o andamento. A comunidade através de seus representantes deve cobrar providencias junto às autoridades competentes. Caso contrário o processo prosseguirá a passos lentos, redistribuídos em sorteio pelas Varas da Fazenda Pública, para prosseguimento do feito.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
SEM TETO X SEM TETO
As invasões de conjuntos habitacionais no Maranhão, iniciaram-se nos anos oitenta logo depois da extinção do Banco Nacional de Habitação(BNH),o maior deles o conjunto Cidade Operária; em 1987 virou palco de disputa política,um grande balcão de negócios. Uma briga acirrada de sem teto x sem teto.Nessa época havia um forte movimento de defesa da moradia, conselhos comunitários,decorrente de pouca oferta de casas populares para famílias de baixa renda;A ilha de São Luis tem historicamente uma forte tendência para invasões.
A INDÚSTRIA DE INVASÕES
Com a ocupação da Cidade Operária formaram-se um ajuntamento de líderes de invasões amotinados em entidades comunitárias ocupando terras ,vendendo lotes e criando bairros,sendo os primeiros Janaína e Santa Clara, o maior deles A Cidade Olimpica; a maior área de ocupação do Brasil.A invasão mais recente ocorreu em dezembro de 2010 na localidade matinha município de São José de Ribamar,no residencial Nova Era , um conjunto de 400 casas atendidos pelo programa do governo federal através do Ministério das Cidades, e financiado pela Caixa Econômica Federal, através do Crédito Solidário.A coordenação e responsabilidade técnica é da Cooperativa Habitacional do Grupo Comunitário Independente,que é uma referencia positiva há 23 anos na obtenção de moradia digna para famílias de baixa renda.A maioria dos contemplados são trabalhadores autônomos e comerciários.
A invasão do Nova Era.
Os invasores do Nova Era ocuparam 300 casas, os seus líderes agem como exploradores de ingênuos,recolhem boas somas em dinheiro vendendo casas,sem nenhum documento, ainda desfilam de carros novos sempre acompanhados de segurança e advogados.Apesar da liminar expedida pelo juiz determinando a reintegração de posse em 26 de dezembro a Policia Militar iniciou a operação em 02 de fevereiro, e que ainda prossegue a passos lentos e que por sinal o grupo mantém acampamento ao redor de conjunto atuando como uma grande rede que descumprem ordem judiciais. A intolerância prevalece aos que se intitulam representantes do Centro Social Comunitário da Cidade Olímpica, criadores da ocupação Gil Cutrim.O programa Minha Casa, Minha Vida, O Crédito Solidário e O Programa de Habitação de Interesse Social estão disponíveis para quem pretende fazer um trabalho sério e justo;caso contrario vão continuar com este modelo ultrapassado, que beneficiam líderes e grupo de invasores nessa modalidade de comércio.
A INDÚSTRIA DE INVASÕES
Com a ocupação da Cidade Operária formaram-se um ajuntamento de líderes de invasões amotinados em entidades comunitárias ocupando terras ,vendendo lotes e criando bairros,sendo os primeiros Janaína e Santa Clara, o maior deles A Cidade Olimpica; a maior área de ocupação do Brasil.A invasão mais recente ocorreu em dezembro de 2010 na localidade matinha município de São José de Ribamar,no residencial Nova Era , um conjunto de 400 casas atendidos pelo programa do governo federal através do Ministério das Cidades, e financiado pela Caixa Econômica Federal, através do Crédito Solidário.A coordenação e responsabilidade técnica é da Cooperativa Habitacional do Grupo Comunitário Independente,que é uma referencia positiva há 23 anos na obtenção de moradia digna para famílias de baixa renda.A maioria dos contemplados são trabalhadores autônomos e comerciários.
A invasão do Nova Era.
Os invasores do Nova Era ocuparam 300 casas, os seus líderes agem como exploradores de ingênuos,recolhem boas somas em dinheiro vendendo casas,sem nenhum documento, ainda desfilam de carros novos sempre acompanhados de segurança e advogados.Apesar da liminar expedida pelo juiz determinando a reintegração de posse em 26 de dezembro a Policia Militar iniciou a operação em 02 de fevereiro, e que ainda prossegue a passos lentos e que por sinal o grupo mantém acampamento ao redor de conjunto atuando como uma grande rede que descumprem ordem judiciais. A intolerância prevalece aos que se intitulam representantes do Centro Social Comunitário da Cidade Olímpica, criadores da ocupação Gil Cutrim.O programa Minha Casa, Minha Vida, O Crédito Solidário e O Programa de Habitação de Interesse Social estão disponíveis para quem pretende fazer um trabalho sério e justo;caso contrario vão continuar com este modelo ultrapassado, que beneficiam líderes e grupo de invasores nessa modalidade de comércio.
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