Atingimos um elevado pico populacional, com um aglomerado de conjuntos habitacionais, bairros e vilas, num total de 34 bairros; na regional Cidade Operária e Cidade Olímpica perfazendo um total de aproximadamente mais de 200 mil habitantes. Somos praticamente 1/5 da população do município de São Luís; se formos comparar com as grandes cidades do Maranhão perderemos somente para Imperatriz com uma população estimada em 236 mil habitantes.
A Cidade Operária e Cidade Olímpica já foram palco de disputas de grupos de lideranças na questão das ocupações de suas terras (88/96); já houve grupos interessados em transformá-los em Município, reivindicaram a criação de subprefeitura. Daí o tempo foi passando, os bairros cresceram, déficit de transportes coletivos, escolas e serviços de saúde, precários. A velha camada asfáltica cedeu, abrindo espaço à buraqueira, o sistema de esgoto sanitário continua desativado; onde deveria funcionar a estação de tratamento foi invadida e está cheia de casebres.
E as lideranças comunitárias, as associações de moradores?Estão imobilizadas; muitas delas desacreditadas, enfraquecidas, inoperantes. Algumas são cooptadas em períodos eleitorais, servem apenas aos interesses de um pequeno grupo. O povo no dia a dia, não participa das questões de interesse coletivo. È preciso acordar!É necessário refletir sobre a importância de fortalecer as lutas de resgate da cidadania. Precisamos ampliar e renovar a frota de transportes coletivos é preciso humanizar e ampliar a oferta de serviços de saúde, ampliar o numero de escolas com ensino de qualidade, melhorar a segurança cidadã. Existem áreas de lazer disponíveis, é necessário melhorar o aspecto urbanístico, recuperar a camada asfáltica. É urgente e providencial mobilizar pessoas, fortalecer a consciência critica de que não somos apenas um bairro, somos uma Cidade Operária que deve ser preparada para as futuras gerações, é preciso criar mecanismos que possibilitem o desenvolvimento econômico e social sustentável.
O Poder público na comunidade.
A atuação do poder público é favorável é positiva quando a participação popular acontece de forma mais intensa na formulação e encaminhamentos das prioridades do bairro. Durante os 23 anos de existência da comunidade destacam-se momentos de grandes mobilizações que ocorreram no final dos anos 80; na questão da ampliação da frota de transportes coletivo e da implantação do beneficio da meia passagem,considerando que houve uma polemica cartorial: haviam dúvidas se a Cidade Operaria pertencia a São Luís ou ao Município de São José de Ribamar. Os grandes avanços na questão da participação popular junto ao poder público; ocorreu na 2ª administração do Prefeito Jackson Lago, através do programa do Orçamento Participativo; em que o povo definia as suas prioridades, através de delegados escolhidos democraticamente. As grandes obras elencadas foram a estrada da mata,que beneficiam indiretamente mais de 50 mil pessoas,criando uma segunda alternativa de trafego para esta imensa população.Os serviços de implantação de galerias e drenagem na unidade 105 prosseguindo até o final do jardim América.as escolas do ensino básico em toda a região;estas obras foram a marca de uma administração popular. É hora da comunidade, acordar!É preciso mobilizar o povo para assegurar novas conquistas,um desafio aos dirigentes de organizações comunitárias que lutam pelo bem estar da comunidade.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Doenças de Origem Alimentar
Conforme sugere a célebre frase do pensador e sábio grego do século IV a.C. Hipócrates o pai da medicina “que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio. Preserva-se um grande legado de sabedorias sobre a medicina, da nutrição e segurança alimentar. Na atual conjuntura, no cenário mundial, os governantes, pesquisadores e profissionais na área da saúde colocam as diretrizes da política de Segurança Alimentar como ponto de prioridade em suas agendas. Segundo dados de pesquisas da Organização Mundial de Saúde que apontam as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) causadas por alimentos como os grandes desafios da Saúde Pública neste século.
A indústria alimentícia investe forte na divulgação de produtos de alto teor calórico para crianças e adolescentes que tendem a se manter fiéis a esses hábitos de consumo. Embora sejam alimentos potencialmente causadores de obesidade, esses produtos surgem nas propagandas associados à saúde, beleza, bem estar, juventude, energia e prazer. Os atributos de qualidade em que o consumidor em sua maioria leva em conta: o que agrada aos olhos, aroma e o sabor. O Aspecto higiênico sanitário é observado pelo consumidor mais consciente e pelos profissionais da área de saúde e nutrição.
O mercado mundial exerce uma forte influência para o consumo excessivo de alimentos que contem sódio, açucares, gorduras e que favorecem ao surgimento das DCNT a exemplo do diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.
Os grandes vilões da obesidade
Os refrigerantes, as macarronadas, Hambúrguer, Hot-dog, carnes de churrasqueiras, pastéis, pães e bolos com recheios de frutas, leite e coco.
A crescente substituição dos alimentos in natura ricos em fibras, vitaminas e minerais, por produtos industrializados, compõem um dos principais fatores etiológicos da obesidade.
Ainda temos como agravante a falta de tempo para o preparo das refeições em casa, e a crescente preocupação com a saúde e qualidade de vida, que motiva essa situação. Os grandes centros urbanos estão seguindo as mesmas tendências de países industrializados, diversificando sua cesta alimentar e preferindo alimentos semi-prontos a produtos que exijam tempo e trabalho para o preparo. Além do mais, do ponto de vista cultural, a substituição crescente da refeição familiar, mais completa e balanceada, pelo “fast food” de rua caracterizada mais pelo sabor (adocicado e gorduroso) que pela qualidade dos seus constituintes, com determinante incentivo da mídia (muito comercial e pouco científica), vem confundindo o comportamento nutricional dos adolescentes e jovens, aumentando o consumo de ácidos graxos saturados, açúcares e refrigerantes, em detrimento da redução do consumo de carboidratos complexos, frutas e hortaliças.
CONTROLE SANITÁRIO.
O consumidor dificilmente rastreia ou observa o alimento inadequado em suas ultimas refeições. Os principais microrganismos causadores de enfermidades originadas em alimentos são: Samonella, Escherichia coli patogênicas, Bacilus cereus, Stafilococus aureus e clostridium botulinum. Para minimizar as possibilidades de doenças de origem alimentar, os alimentos prontos devem ser mantidos sob frio ou calor adequados.
Uma ampla variedade de alimentos contaminados está associado ás Salmonelosses, incluindo carne bovina crua, aves domésticas, ovos, leite e derivados. O consumo de produtos alimentícios de procedência duvidosa e elaborados com práticas de manipulação inadequada de higiene, conservação e armazenagem estão de livre acesso disponível nas refeições e lanches de rua. Colocam em risco a saúde da população.com possíveis surtos diarréicos, cólicas e vômitos provenientes de intoxicações alimentares.
A indústria alimentícia investe forte na divulgação de produtos de alto teor calórico para crianças e adolescentes que tendem a se manter fiéis a esses hábitos de consumo. Embora sejam alimentos potencialmente causadores de obesidade, esses produtos surgem nas propagandas associados à saúde, beleza, bem estar, juventude, energia e prazer. Os atributos de qualidade em que o consumidor em sua maioria leva em conta: o que agrada aos olhos, aroma e o sabor. O Aspecto higiênico sanitário é observado pelo consumidor mais consciente e pelos profissionais da área de saúde e nutrição.
O mercado mundial exerce uma forte influência para o consumo excessivo de alimentos que contem sódio, açucares, gorduras e que favorecem ao surgimento das DCNT a exemplo do diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.
Os grandes vilões da obesidade
Os refrigerantes, as macarronadas, Hambúrguer, Hot-dog, carnes de churrasqueiras, pastéis, pães e bolos com recheios de frutas, leite e coco.
A crescente substituição dos alimentos in natura ricos em fibras, vitaminas e minerais, por produtos industrializados, compõem um dos principais fatores etiológicos da obesidade.
Ainda temos como agravante a falta de tempo para o preparo das refeições em casa, e a crescente preocupação com a saúde e qualidade de vida, que motiva essa situação. Os grandes centros urbanos estão seguindo as mesmas tendências de países industrializados, diversificando sua cesta alimentar e preferindo alimentos semi-prontos a produtos que exijam tempo e trabalho para o preparo. Além do mais, do ponto de vista cultural, a substituição crescente da refeição familiar, mais completa e balanceada, pelo “fast food” de rua caracterizada mais pelo sabor (adocicado e gorduroso) que pela qualidade dos seus constituintes, com determinante incentivo da mídia (muito comercial e pouco científica), vem confundindo o comportamento nutricional dos adolescentes e jovens, aumentando o consumo de ácidos graxos saturados, açúcares e refrigerantes, em detrimento da redução do consumo de carboidratos complexos, frutas e hortaliças.
CONTROLE SANITÁRIO.
O consumidor dificilmente rastreia ou observa o alimento inadequado em suas ultimas refeições. Os principais microrganismos causadores de enfermidades originadas em alimentos são: Samonella, Escherichia coli patogênicas, Bacilus cereus, Stafilococus aureus e clostridium botulinum. Para minimizar as possibilidades de doenças de origem alimentar, os alimentos prontos devem ser mantidos sob frio ou calor adequados.
Uma ampla variedade de alimentos contaminados está associado ás Salmonelosses, incluindo carne bovina crua, aves domésticas, ovos, leite e derivados. O consumo de produtos alimentícios de procedência duvidosa e elaborados com práticas de manipulação inadequada de higiene, conservação e armazenagem estão de livre acesso disponível nas refeições e lanches de rua. Colocam em risco a saúde da população.com possíveis surtos diarréicos, cólicas e vômitos provenientes de intoxicações alimentares.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
A Cidade Emergente!
A Cidade operária, no campo das lutas sociais alcançou benefícios e conquistas importantes para o seu desenvolvimento. É imperativo destacar que o resgate no campo do direito a moradia digna, aconteceu no momento certo do ponto de vista estratégico; foram decisivos a atuação do Movimento Popular, da Associação dos Moradores, com o apoio logístico dos padres e irmãos da Congregação João Calábria, no ano de 1988; onde a comunidade era denominada nos meios de comunicação de Cidade Dormitório,campeã de mazelas. Dedicamos em especial méritos aos Padres Valdemar,Júlio Gotardo e Irmão Nestor Forestti; a eles, seremos eternamente gratos, pela valiosa colaboração ao fortalecimento da cidadania,pela ação pastoral, e aos serviços prestados pelo Centro Educacional São José Operário.
Os primeiros passos.
. Grandes avanços na área da educação, entre o período 88/91, a região foi contemplada com 22 escolas de ensino fundamental da rede pública e 03 escolas do ensino médio ;somando-se a dezenas de escolas particulares. Na área da saúde o Socorrão II e o Pam Cidade Operária foram pleiteados pelas organizações comunitárias como prioridade número n°2, atualmente prestam serviços de grande relevância;considerando o tamanho da população do bairro e comunidade circunvizinhas,constituído na maioria por famílias de baixa renda, e da precariedade do sistema de transportes coletivos.
A grande perda na área ambiental foi a desativação do sistema de esgotamento sanitário, da lagoa de tratamento localizada na Janaina, em 1991. Outros aspecto negativos destacamos: a desorganização do mercado, ocupação de parte das áreas verdes e institucionais, feirinha na calçada do PAM, falta de espaço para atividades sociais, local onde a comunidade possa receber as nossas autoridades.
O ponto de destaque é o Centro Comercial da Cidade Operária que, possui uma rede de centenas de lojas, mercearias, Supermercados, empresas de serviços e trabalhadores autônomos nas áreas de: serralheria, carpintaria, mecânica e pintura; sendo boa parte destes provenientes do CESJO (Colégio dos padres) .
No setor comercial, os supermercados: Silmar, Wanelle, Aragão, Comercial Pina e Matérialde Construções, Armazém Paraíba, contribuíram decisivamente na confiança do mercado. A Cidade Operária é emergente!Possuímos o BRADESCO, Supermercado Matheus, Lojas Gabriella e Ótica Diniz; vem chegando o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, para atender os 34 bairros que constituem o nosso espaço geográfico.
Os primeiros passos.
. Grandes avanços na área da educação, entre o período 88/91, a região foi contemplada com 22 escolas de ensino fundamental da rede pública e 03 escolas do ensino médio ;somando-se a dezenas de escolas particulares. Na área da saúde o Socorrão II e o Pam Cidade Operária foram pleiteados pelas organizações comunitárias como prioridade número n°2, atualmente prestam serviços de grande relevância;considerando o tamanho da população do bairro e comunidade circunvizinhas,constituído na maioria por famílias de baixa renda, e da precariedade do sistema de transportes coletivos.
A grande perda na área ambiental foi a desativação do sistema de esgotamento sanitário, da lagoa de tratamento localizada na Janaina, em 1991. Outros aspecto negativos destacamos: a desorganização do mercado, ocupação de parte das áreas verdes e institucionais, feirinha na calçada do PAM, falta de espaço para atividades sociais, local onde a comunidade possa receber as nossas autoridades.
O ponto de destaque é o Centro Comercial da Cidade Operária que, possui uma rede de centenas de lojas, mercearias, Supermercados, empresas de serviços e trabalhadores autônomos nas áreas de: serralheria, carpintaria, mecânica e pintura; sendo boa parte destes provenientes do CESJO (Colégio dos padres) .
No setor comercial, os supermercados: Silmar, Wanelle, Aragão, Comercial Pina e Matérialde Construções, Armazém Paraíba, contribuíram decisivamente na confiança do mercado. A Cidade Operária é emergente!Possuímos o BRADESCO, Supermercado Matheus, Lojas Gabriella e Ótica Diniz; vem chegando o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, para atender os 34 bairros que constituem o nosso espaço geográfico.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
CRÉDITO SOLIDÁRIO
Crédito Solidário
O programa Crédito Solidário destina-se exclusivamente ao financiamento habitacional para famílias organizadas por entidades da sociedade civil; cooperativas,sindicatos e associações. Os interessados estarão habilitados após as assinaturas do contrato com a Caixa Econômica Federal.
O Ministério das Cidades atua como Gestor da aplicação dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Social - FDS, com a atribuição de implementar,monitorar e avaliar o Programa Crédito Solidário. A Caixa Econômica atua como Agente Operador dos recursos, acompanha, fiscaliza e controla os financiamentos. As Cooperativas e demais organizações na qualidade de Agentes Proponentes, responsáveis pela formulação e apresentação do projeto a serem financiados, bem como assistência e acompanhamento à realização das obras e serviços.
Beneficiário do Programa
Famílias de baixa renda de até 03 salários mínimos
Idosos acima de 60 anos na cota correspondente em até 5% do número de unidades do empreendimento. È vedada a participação de famílias titulares de financiamento habitacional obtidos de programas de Habitação de Interesse Social.
O QUE PODE SER FINANCIADO
AQUISIÇÃO DE TERRENO E CONSTRUÇÃO:
Financiamento para aquisição de terreno e material de construção com respectivas despesas de legalização, obras e serviços que resultem em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO PRÓPRIO:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação para construção em terreno próprio do beneficiário final, que resulte em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO DE TERCEIROS:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação da unidade habitacional do beneficiário final em terreno de terceiros.
CONCLUSÃO, AMPLIAÇÃO OU REFORMA DE UNIDADE HABITACIONAL:
Financiamento de material de construção, obras e serviços, com vistas a sanar problemas de salubridade, segurança, habitabilidade ou problema de adensamento excessivo.
AQUISIÇÃO DE UNIDADE CONSTRUÍDA:
Financiamento para aquisição de unidade construída com Habite-se expedido em até 180 dias.
Também poderão ser financiadas por essa modalidade, unidades habitacionais com Habite-se expedido a mais de 6 e menos de 24 meses, desde que não tenham sido alienadas ou habitadas.
AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS PARA REABILITAÇÃO URBANA COM FINS HABITACIONAIS:
Financiamento para aquisição de imóvel para reabilitação urbana com aquisição de material de construção, obras e serviços para conclusão ou reforma, que resulte em unidades habitacionais de interesse social.
OUTRAS MODALIDADES A SEREM AUTORIZADAS PELO GESTOR DAS APLICAÇÕES:
Poderão ser autorizadas pelo Gestor das Aplicações, após parecer do Agente Financeiro e Operador sobre a viabilidade do empreendimento proposto.
COMO SERÁ FEITA A CONSTRUÇÃO
a) autoconstrução;
b) Sistema de auto-ajuda ou mutirão;
c) Administração direta e autogestão pelas cooperativas, associações e demais entidades da sociedade civil, com contratação de profissionais ou empresas para execução parcial dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente e;
d) Empreitada Global, com contratação de empresas especializadas para execução total dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente.
CARACTERÍSTICAS DO FINANCIAMENTO
a) taxa de juros: dispensada a cobrança de juros.
b) prazo de carência: o previsto para execução das obras, limitado a no mínimo 6 (seis) meses e no máximo de 24 (vinte e quatro) meses, podendo ser prorrogado até o máximo de 32 (trinta e dois) meses.
c) prazo para pagamento: Até 240 (duzentos e quarenta) meses.
d) comprometimento de renda: até 25% da renda familiar bruta apurada.
e) critério de atualização do saldo devedor: atualizado mensalmente pela mesma variação dos depósitos de poupança.
f) prestação: parcela devida de amortização de acordo com o saldo devedor atualizado da operação e o prazo de amortização.
g) seguro de danos físicos do imóvel: contratação a critério do Agente Financeiro em Apólice fornecida pelo Agente Financeiro ou Apólice de mercado fora do Agente Financeiro, podendo ser individual ou em grupo.
h) pontualidade no pagamento: As parcelas pagas até a data de vencimento terão um desconto mínimo de 10% sobre seu valor. No mês em que todo o grupo associativo pagar pontualmente as prestações, a entidade associativa receberá uma remuneração de 5% sobre o total do valor recebido.
LIMITES
NÚMERO DE UNIDADES HABITACIONAIS POR ENTIDADE:
A entidade proponente fica limitada a operar no máximo 3 (três) projetos ou 600 (seiscentas) unidades habitacionais simultâneas, por unidade federativa, sendo computadas as selecionadas e as contratadas. Um novo projeto na mesma unidade Federativa, somente será selecionado quando do cancelamento ou da conclusão de um projeto anterior, sendo observados os limites acima definidos.
Fonte:
MINISTÉRIO DAS CIDADES
COOPHAB-GCI
CRÉDITO SOLIDÁRIO
O programa Crédito Solidário destina-se exclusivamente ao financiamento habitacional para famílias organizadas por entidades da sociedade civil; cooperativas,sindicatos e associações. Os interessados estarão habilitados após as assinaturas do contrato com a Caixa Econômica Federal.
O Ministério das Cidades atua como Gestor da aplicação dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Social - FDS, com a atribuição de implementar,monitorar e avaliar o Programa Crédito Solidário. A Caixa Econômica atua como Agente Operador dos recursos, acompanha, fiscaliza e controla os financiamentos. As Cooperativas e demais organizações na qualidade de Agentes Proponentes, responsáveis pela formulação e apresentação do projeto a serem financiados, bem como assistência e acompanhamento à realização das obras e serviços.
Beneficiário do Programa
Famílias de baixa renda de até 03 salários mínimos
Idosos acima de 60 anos na cota correspondente em até 5% do número de unidades do empreendimento. È vedada a participação de famílias titulares de financiamento habitacional obtidos de programas de Habitação de Interesse Social.
O QUE PODE SER FINANCIADO
AQUISIÇÃO DE TERRENO E CONSTRUÇÃO:
Financiamento para aquisição de terreno e material de construção com respectivas despesas de legalização, obras e serviços que resultem em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO PRÓPRIO:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação para construção em terreno próprio do beneficiário final, que resulte em unidade habitacional.
CONSTRUÇÃO EM TERRENO DE TERCEIROS:
Financiamento de material de construção, obras e serviços de edificação da unidade habitacional do beneficiário final em terreno de terceiros.
CONCLUSÃO, AMPLIAÇÃO OU REFORMA DE UNIDADE HABITACIONAL:
Financiamento de material de construção, obras e serviços, com vistas a sanar problemas de salubridade, segurança, habitabilidade ou problema de adensamento excessivo.
AQUISIÇÃO DE UNIDADE CONSTRUÍDA:
Financiamento para aquisição de unidade construída com Habite-se expedido em até 180 dias.
Também poderão ser financiadas por essa modalidade, unidades habitacionais com Habite-se expedido a mais de 6 e menos de 24 meses, desde que não tenham sido alienadas ou habitadas.
AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS PARA REABILITAÇÃO URBANA COM FINS HABITACIONAIS:
Financiamento para aquisição de imóvel para reabilitação urbana com aquisição de material de construção, obras e serviços para conclusão ou reforma, que resulte em unidades habitacionais de interesse social.
OUTRAS MODALIDADES A SEREM AUTORIZADAS PELO GESTOR DAS APLICAÇÕES:
Poderão ser autorizadas pelo Gestor das Aplicações, após parecer do Agente Financeiro e Operador sobre a viabilidade do empreendimento proposto.
COMO SERÁ FEITA A CONSTRUÇÃO
a) autoconstrução;
b) Sistema de auto-ajuda ou mutirão;
c) Administração direta e autogestão pelas cooperativas, associações e demais entidades da sociedade civil, com contratação de profissionais ou empresas para execução parcial dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente e;
d) Empreitada Global, com contratação de empresas especializadas para execução total dos serviços necessários à conclusão do empreendimento, sob gestão do agente proponente.
CARACTERÍSTICAS DO FINANCIAMENTO
a) taxa de juros: dispensada a cobrança de juros.
b) prazo de carência: o previsto para execução das obras, limitado a no mínimo 6 (seis) meses e no máximo de 24 (vinte e quatro) meses, podendo ser prorrogado até o máximo de 32 (trinta e dois) meses.
c) prazo para pagamento: Até 240 (duzentos e quarenta) meses.
d) comprometimento de renda: até 25% da renda familiar bruta apurada.
e) critério de atualização do saldo devedor: atualizado mensalmente pela mesma variação dos depósitos de poupança.
f) prestação: parcela devida de amortização de acordo com o saldo devedor atualizado da operação e o prazo de amortização.
g) seguro de danos físicos do imóvel: contratação a critério do Agente Financeiro em Apólice fornecida pelo Agente Financeiro ou Apólice de mercado fora do Agente Financeiro, podendo ser individual ou em grupo.
h) pontualidade no pagamento: As parcelas pagas até a data de vencimento terão um desconto mínimo de 10% sobre seu valor. No mês em que todo o grupo associativo pagar pontualmente as prestações, a entidade associativa receberá uma remuneração de 5% sobre o total do valor recebido.
LIMITES
NÚMERO DE UNIDADES HABITACIONAIS POR ENTIDADE:
A entidade proponente fica limitada a operar no máximo 3 (três) projetos ou 600 (seiscentas) unidades habitacionais simultâneas, por unidade federativa, sendo computadas as selecionadas e as contratadas. Um novo projeto na mesma unidade Federativa, somente será selecionado quando do cancelamento ou da conclusão de um projeto anterior, sendo observados os limites acima definidos.
Fonte:
MINISTÉRIO DAS CIDADES
quinta-feira, 6 de maio de 2010
HIGIENIZAÇÃO DE FRUTAS E HORTALIÇAS.
Procedimentos para lavagem, Seleção e Desinfecção de Frutas, Legumes e Verduras.
Recepção
Na recepção os produtos devem ser íntegros, saudáveis, lavados em água corrente os vegetais folhosos, as frutas e legumes um a um. Os mesmos devem ser colocados de molho, por dez minutos, em água clorada, utilizando produto adequado para esse fim (ler o rotulo da embalagem), na diluição de até 200 ppm (01 colher de sopa para 01 litro).
Fazer o corte de alimentos para a montagem dos pratos com as mãos e utensílios bem lavados e mantê-los sob refrigeração até à hora de servir. São impróprias para o consumo a parte ou casca amolecida, manchada, mofada ou de cor alterada relacionada ao excesso ou falta de umidade.
Refrigeração
A temperatura de refrigeração a ser escolhida depende do tipo de produto e do tempo e condições de armazenamento. Certos produtos, como a banana e tomate não podem ser armazenados em T° inferiores a 13°C porque prejudicam o processo de maturação através da influencia de certas enzimas. A maçã oscila entre 0°C a 4,5°C a maior parte dos alimentos alteráveis pode ser conservado por refrigeração durante um tempo limitado, retardando as atividades microbianas e enzimáticas.
Congelamento
De modo geral, os alimentos congelam-se entre 0°C e -4°C. A escolha de temperatura de armazenamento vai depender do aspecto econômico e do tipo de produto. Na prática, usam-se em média, temperaturas de -10°C a -40°C. Entre os produtos que se prestam para congelação podemos incluir as carnes, ervilhas, morangos, milhos, frangos e pescados.
Os alimentos que não devem ser congelados: vegetais crus, ovo cozido, ave recheada, maionese e preparos à base de amido de milho.
Regras Básicas para Congelar Alimentos
Escolha alimentos de ótima qualidade; acondicionar com muito cuidado os alimentos a ser congelados e retirar todo o ar de dentro das embalagens; identificar com uma etiqueta, o nome, a quantidade e data do congelamento; congelar em porções que sejam utilizadas de uma só vez e conservar os alimentos congelados a uma temperatura de -10°C a -18°C.
Branqueamento
Os vegetais, incluindo os talos e as folhas, podem ser congelados por um processo chamado de branqueamento que consiste em: mergulhar os vegetais em água fervente depois retirá-los e em seguida proceder imediatamente o resfriamento, mergulhando esses vegetais em uma vasilha com água gelada, tal método serve para protegê-los em uma longa estocagem.
Procedimentos para o Descongelamento.
Para descongelar adequadamente os alimentos, retire-os do freezer com 24 horas de antecedência e coloque-os no refrigerador; não descongele os alimentos diretamente em água corrente; alimentos congelados que serão fritos poderão ir direto a fritadeira; os vegetais congelados branqueados podem ser refogados ou cozidos de imediato; as carnes, aves, peixes, massas, bolos recheados e sobremesas devem ser descongelados na geladeira. 0s molhos podem ser descongelados em fogo brando.
Fonte:Manual Segurança Alimentar-Cozinha Brasil-pgs 11-16 – 17.
Recepção
Na recepção os produtos devem ser íntegros, saudáveis, lavados em água corrente os vegetais folhosos, as frutas e legumes um a um. Os mesmos devem ser colocados de molho, por dez minutos, em água clorada, utilizando produto adequado para esse fim (ler o rotulo da embalagem), na diluição de até 200 ppm (01 colher de sopa para 01 litro).
Fazer o corte de alimentos para a montagem dos pratos com as mãos e utensílios bem lavados e mantê-los sob refrigeração até à hora de servir. São impróprias para o consumo a parte ou casca amolecida, manchada, mofada ou de cor alterada relacionada ao excesso ou falta de umidade.
Refrigeração
A temperatura de refrigeração a ser escolhida depende do tipo de produto e do tempo e condições de armazenamento. Certos produtos, como a banana e tomate não podem ser armazenados em T° inferiores a 13°C porque prejudicam o processo de maturação através da influencia de certas enzimas. A maçã oscila entre 0°C a 4,5°C a maior parte dos alimentos alteráveis pode ser conservado por refrigeração durante um tempo limitado, retardando as atividades microbianas e enzimáticas.
Congelamento
De modo geral, os alimentos congelam-se entre 0°C e -4°C. A escolha de temperatura de armazenamento vai depender do aspecto econômico e do tipo de produto. Na prática, usam-se em média, temperaturas de -10°C a -40°C. Entre os produtos que se prestam para congelação podemos incluir as carnes, ervilhas, morangos, milhos, frangos e pescados.
Os alimentos que não devem ser congelados: vegetais crus, ovo cozido, ave recheada, maionese e preparos à base de amido de milho.
Regras Básicas para Congelar Alimentos
Escolha alimentos de ótima qualidade; acondicionar com muito cuidado os alimentos a ser congelados e retirar todo o ar de dentro das embalagens; identificar com uma etiqueta, o nome, a quantidade e data do congelamento; congelar em porções que sejam utilizadas de uma só vez e conservar os alimentos congelados a uma temperatura de -10°C a -18°C.
Branqueamento
Os vegetais, incluindo os talos e as folhas, podem ser congelados por um processo chamado de branqueamento que consiste em: mergulhar os vegetais em água fervente depois retirá-los e em seguida proceder imediatamente o resfriamento, mergulhando esses vegetais em uma vasilha com água gelada, tal método serve para protegê-los em uma longa estocagem.
Procedimentos para o Descongelamento.
Para descongelar adequadamente os alimentos, retire-os do freezer com 24 horas de antecedência e coloque-os no refrigerador; não descongele os alimentos diretamente em água corrente; alimentos congelados que serão fritos poderão ir direto a fritadeira; os vegetais congelados branqueados podem ser refogados ou cozidos de imediato; as carnes, aves, peixes, massas, bolos recheados e sobremesas devem ser descongelados na geladeira. 0s molhos podem ser descongelados em fogo brando.
Fonte:Manual Segurança Alimentar-Cozinha Brasil-pgs 11-16 – 17.
terça-feira, 20 de abril de 2010
CURIOSIDADES...!
CURIOSIDADES, DA CIDADE OPERÁRIA!
A Cidade Operária invadida em 1986, tinha no seu comando uma tropa de choque peso pesado que comandava estes movimentos de ocupação. Eles atuavam de forma organizada, e quando a polícia deslocava-se para fazer o despejo; ou quando os contemplados chegavam para receber as casas, comunicavam-se rapidamente pipocando foguetes. Um sinal, um código de comunicação coletiva que servia para reunir ou dispersa-los. Existia o Movimento dos Contemplados e dos Ocupantes. A injustiça imperava dos dois lados, pois havia um balcão de negócios; durante a noite, saiam caminhões carregados de portas e janelas. Oportunistas usavam o movimento para levar vantagens; situação comum nos processos de invasões; embora, entre estes existissem aquelas famílias de baixa renda provenientes do Movimento Sem Teto, que não possuíam casas e líderes desprovidos de atitudes de exploração. Inegavelmente, dirigentes comprometidos com o Movimento dos Sem Teto, contribuíram para garantir o direito das famílias necessitadas de moradia.
A Cidade Operária na época era denominada de cidade dormitório, totalmente abandonada pelo poder público. Com a extinção do BNH, construída em área limite entre dois municípios persistiu a polêmica cartorial. Entre muitas variáveis políticas, de um governo recém eleito (Cafeteira) e do último ano de administração Municipal (Gardênia). Sem paternidade, a estratégia dos líderes foi criar entidades comunitárias, movidos pelas necessidades emergenciais e pelo programa do leite (Leite do Sarney); dezenas de associações foram criadas. O bairro possuía dois Conselhos Comunitários, 02 Associações de Feirantes, duas Associações de Moradores, dois Departamentos de Futebol Amador. A disputa política e de espaço de liderança era efervescente, bastante agitada. Diziam os mais antigos em conversas de esquina para descontrair, que este permanente clima de confusão e briga é porque no local era um imenso matagal, de desova. E que as almas penadas estavam clamando por justiça.
O projeto técnico do Conjunto Habitacional Cidade Operaria possuía 04 prédios destinados para funcionar centros comunitários. Foram depredados e com o passar do tempo, desviados de suas finalidades 01 cedido para instalação do 6° batalhão de policia militar, situado em frente ao mercado e 03 destinados para a área de educação: U.I Nascimento Morais, CEM II, e Centro de Referencia em Assistência Social (CRAS). A comunidade não dispõe de um Centro Social Comunitário, um espaço para audiências públicas e reuniões de interesse coletivo. Os locais disponíveis com agendamento prévio são: Associação de Moradores (AMCCO), Paróquia João Calábria e Centro Educacional São José Operário. Falta é gente, lideranças para encaminhar e lutar pelas melhorias do bairro! E o povo participar ativamente do processo reivindicatório.
A Cidade Operária invadida em 1986, tinha no seu comando uma tropa de choque peso pesado que comandava estes movimentos de ocupação. Eles atuavam de forma organizada, e quando a polícia deslocava-se para fazer o despejo; ou quando os contemplados chegavam para receber as casas, comunicavam-se rapidamente pipocando foguetes. Um sinal, um código de comunicação coletiva que servia para reunir ou dispersa-los. Existia o Movimento dos Contemplados e dos Ocupantes. A injustiça imperava dos dois lados, pois havia um balcão de negócios; durante a noite, saiam caminhões carregados de portas e janelas. Oportunistas usavam o movimento para levar vantagens; situação comum nos processos de invasões; embora, entre estes existissem aquelas famílias de baixa renda provenientes do Movimento Sem Teto, que não possuíam casas e líderes desprovidos de atitudes de exploração. Inegavelmente, dirigentes comprometidos com o Movimento dos Sem Teto, contribuíram para garantir o direito das famílias necessitadas de moradia.
A Cidade Operária na época era denominada de cidade dormitório, totalmente abandonada pelo poder público. Com a extinção do BNH, construída em área limite entre dois municípios persistiu a polêmica cartorial. Entre muitas variáveis políticas, de um governo recém eleito (Cafeteira) e do último ano de administração Municipal (Gardênia). Sem paternidade, a estratégia dos líderes foi criar entidades comunitárias, movidos pelas necessidades emergenciais e pelo programa do leite (Leite do Sarney); dezenas de associações foram criadas. O bairro possuía dois Conselhos Comunitários, 02 Associações de Feirantes, duas Associações de Moradores, dois Departamentos de Futebol Amador. A disputa política e de espaço de liderança era efervescente, bastante agitada. Diziam os mais antigos em conversas de esquina para descontrair, que este permanente clima de confusão e briga é porque no local era um imenso matagal, de desova. E que as almas penadas estavam clamando por justiça.
O projeto técnico do Conjunto Habitacional Cidade Operaria possuía 04 prédios destinados para funcionar centros comunitários. Foram depredados e com o passar do tempo, desviados de suas finalidades 01 cedido para instalação do 6° batalhão de policia militar, situado em frente ao mercado e 03 destinados para a área de educação: U.I Nascimento Morais, CEM II, e Centro de Referencia em Assistência Social (CRAS). A comunidade não dispõe de um Centro Social Comunitário, um espaço para audiências públicas e reuniões de interesse coletivo. Os locais disponíveis com agendamento prévio são: Associação de Moradores (AMCCO), Paróquia João Calábria e Centro Educacional São José Operário. Falta é gente, lideranças para encaminhar e lutar pelas melhorias do bairro! E o povo participar ativamente do processo reivindicatório.
Assinar:
Postagens (Atom)