Procedimentos para lavagem, Seleção e Desinfecção de Frutas, Legumes e Verduras.
Recepção
Na recepção os produtos devem ser íntegros, saudáveis, lavados em água corrente os vegetais folhosos, as frutas e legumes um a um. Os mesmos devem ser colocados de molho, por dez minutos, em água clorada, utilizando produto adequado para esse fim (ler o rotulo da embalagem), na diluição de até 200 ppm (01 colher de sopa para 01 litro).
Fazer o corte de alimentos para a montagem dos pratos com as mãos e utensílios bem lavados e mantê-los sob refrigeração até à hora de servir. São impróprias para o consumo a parte ou casca amolecida, manchada, mofada ou de cor alterada relacionada ao excesso ou falta de umidade.
Refrigeração
A temperatura de refrigeração a ser escolhida depende do tipo de produto e do tempo e condições de armazenamento. Certos produtos, como a banana e tomate não podem ser armazenados em T° inferiores a 13°C porque prejudicam o processo de maturação através da influencia de certas enzimas. A maçã oscila entre 0°C a 4,5°C a maior parte dos alimentos alteráveis pode ser conservado por refrigeração durante um tempo limitado, retardando as atividades microbianas e enzimáticas.
Congelamento
De modo geral, os alimentos congelam-se entre 0°C e -4°C. A escolha de temperatura de armazenamento vai depender do aspecto econômico e do tipo de produto. Na prática, usam-se em média, temperaturas de -10°C a -40°C. Entre os produtos que se prestam para congelação podemos incluir as carnes, ervilhas, morangos, milhos, frangos e pescados.
Os alimentos que não devem ser congelados: vegetais crus, ovo cozido, ave recheada, maionese e preparos à base de amido de milho.
Regras Básicas para Congelar Alimentos
Escolha alimentos de ótima qualidade; acondicionar com muito cuidado os alimentos a ser congelados e retirar todo o ar de dentro das embalagens; identificar com uma etiqueta, o nome, a quantidade e data do congelamento; congelar em porções que sejam utilizadas de uma só vez e conservar os alimentos congelados a uma temperatura de -10°C a -18°C.
Branqueamento
Os vegetais, incluindo os talos e as folhas, podem ser congelados por um processo chamado de branqueamento que consiste em: mergulhar os vegetais em água fervente depois retirá-los e em seguida proceder imediatamente o resfriamento, mergulhando esses vegetais em uma vasilha com água gelada, tal método serve para protegê-los em uma longa estocagem.
Procedimentos para o Descongelamento.
Para descongelar adequadamente os alimentos, retire-os do freezer com 24 horas de antecedência e coloque-os no refrigerador; não descongele os alimentos diretamente em água corrente; alimentos congelados que serão fritos poderão ir direto a fritadeira; os vegetais congelados branqueados podem ser refogados ou cozidos de imediato; as carnes, aves, peixes, massas, bolos recheados e sobremesas devem ser descongelados na geladeira. 0s molhos podem ser descongelados em fogo brando.
Fonte:Manual Segurança Alimentar-Cozinha Brasil-pgs 11-16 – 17.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
CURIOSIDADES...!
CURIOSIDADES, DA CIDADE OPERÁRIA!
A Cidade Operária invadida em 1986, tinha no seu comando uma tropa de choque peso pesado que comandava estes movimentos de ocupação. Eles atuavam de forma organizada, e quando a polícia deslocava-se para fazer o despejo; ou quando os contemplados chegavam para receber as casas, comunicavam-se rapidamente pipocando foguetes. Um sinal, um código de comunicação coletiva que servia para reunir ou dispersa-los. Existia o Movimento dos Contemplados e dos Ocupantes. A injustiça imperava dos dois lados, pois havia um balcão de negócios; durante a noite, saiam caminhões carregados de portas e janelas. Oportunistas usavam o movimento para levar vantagens; situação comum nos processos de invasões; embora, entre estes existissem aquelas famílias de baixa renda provenientes do Movimento Sem Teto, que não possuíam casas e líderes desprovidos de atitudes de exploração. Inegavelmente, dirigentes comprometidos com o Movimento dos Sem Teto, contribuíram para garantir o direito das famílias necessitadas de moradia.
A Cidade Operária na época era denominada de cidade dormitório, totalmente abandonada pelo poder público. Com a extinção do BNH, construída em área limite entre dois municípios persistiu a polêmica cartorial. Entre muitas variáveis políticas, de um governo recém eleito (Cafeteira) e do último ano de administração Municipal (Gardênia). Sem paternidade, a estratégia dos líderes foi criar entidades comunitárias, movidos pelas necessidades emergenciais e pelo programa do leite (Leite do Sarney); dezenas de associações foram criadas. O bairro possuía dois Conselhos Comunitários, 02 Associações de Feirantes, duas Associações de Moradores, dois Departamentos de Futebol Amador. A disputa política e de espaço de liderança era efervescente, bastante agitada. Diziam os mais antigos em conversas de esquina para descontrair, que este permanente clima de confusão e briga é porque no local era um imenso matagal, de desova. E que as almas penadas estavam clamando por justiça.
O projeto técnico do Conjunto Habitacional Cidade Operaria possuía 04 prédios destinados para funcionar centros comunitários. Foram depredados e com o passar do tempo, desviados de suas finalidades 01 cedido para instalação do 6° batalhão de policia militar, situado em frente ao mercado e 03 destinados para a área de educação: U.I Nascimento Morais, CEM II, e Centro de Referencia em Assistência Social (CRAS). A comunidade não dispõe de um Centro Social Comunitário, um espaço para audiências públicas e reuniões de interesse coletivo. Os locais disponíveis com agendamento prévio são: Associação de Moradores (AMCCO), Paróquia João Calábria e Centro Educacional São José Operário. Falta é gente, lideranças para encaminhar e lutar pelas melhorias do bairro! E o povo participar ativamente do processo reivindicatório.
A Cidade Operária invadida em 1986, tinha no seu comando uma tropa de choque peso pesado que comandava estes movimentos de ocupação. Eles atuavam de forma organizada, e quando a polícia deslocava-se para fazer o despejo; ou quando os contemplados chegavam para receber as casas, comunicavam-se rapidamente pipocando foguetes. Um sinal, um código de comunicação coletiva que servia para reunir ou dispersa-los. Existia o Movimento dos Contemplados e dos Ocupantes. A injustiça imperava dos dois lados, pois havia um balcão de negócios; durante a noite, saiam caminhões carregados de portas e janelas. Oportunistas usavam o movimento para levar vantagens; situação comum nos processos de invasões; embora, entre estes existissem aquelas famílias de baixa renda provenientes do Movimento Sem Teto, que não possuíam casas e líderes desprovidos de atitudes de exploração. Inegavelmente, dirigentes comprometidos com o Movimento dos Sem Teto, contribuíram para garantir o direito das famílias necessitadas de moradia.
A Cidade Operária na época era denominada de cidade dormitório, totalmente abandonada pelo poder público. Com a extinção do BNH, construída em área limite entre dois municípios persistiu a polêmica cartorial. Entre muitas variáveis políticas, de um governo recém eleito (Cafeteira) e do último ano de administração Municipal (Gardênia). Sem paternidade, a estratégia dos líderes foi criar entidades comunitárias, movidos pelas necessidades emergenciais e pelo programa do leite (Leite do Sarney); dezenas de associações foram criadas. O bairro possuía dois Conselhos Comunitários, 02 Associações de Feirantes, duas Associações de Moradores, dois Departamentos de Futebol Amador. A disputa política e de espaço de liderança era efervescente, bastante agitada. Diziam os mais antigos em conversas de esquina para descontrair, que este permanente clima de confusão e briga é porque no local era um imenso matagal, de desova. E que as almas penadas estavam clamando por justiça.
O projeto técnico do Conjunto Habitacional Cidade Operaria possuía 04 prédios destinados para funcionar centros comunitários. Foram depredados e com o passar do tempo, desviados de suas finalidades 01 cedido para instalação do 6° batalhão de policia militar, situado em frente ao mercado e 03 destinados para a área de educação: U.I Nascimento Morais, CEM II, e Centro de Referencia em Assistência Social (CRAS). A comunidade não dispõe de um Centro Social Comunitário, um espaço para audiências públicas e reuniões de interesse coletivo. Os locais disponíveis com agendamento prévio são: Associação de Moradores (AMCCO), Paróquia João Calábria e Centro Educacional São José Operário. Falta é gente, lideranças para encaminhar e lutar pelas melhorias do bairro! E o povo participar ativamente do processo reivindicatório.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
ALIMENTOS SAUDÁVEIS
ALIMENTOS SAUDÁVEIS

O controle de qualidade dos alimentos é uma exigência do mercado consumidor e deve ocorrer em todas as etapas de produção, inicia-se no bom manejo da matéria prima, passando pelas atividades de boas práticas de manipulação; das condições adequadas de transportes, armazenamento, estocagem e exposição para venda ao consumidor.
A falta da higienização dos manipuladores e utensílios utilizados durante o manejo dos alimentos são os principais fatores que contribuem para o alto índice de contaminação dos produtos. Os hábitos higiênicos, como lavar as mãos antes de manipular os alimentos, não tossir e espirrar sobre eles ajudam a impedir a contaminação. Afinal, de nada adianta que os produtores e comerciantes ofereçam bons produtos se, o preparo da matéria prima e dos alimentos forem a causa das toxiinfecções alimentares.
INSTRUÇÕES PARA APLICAR AS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO (BPF)
Controlar a qualidade da água de abastecimento e garantir a qualidade da matéria prima junto aos fornecedores. Controlar temperaturas de câmaras frias, túneis de congelamento, freezers, geladeiras industriais, refresqueiras.
Manter higienizados torneiras e maçanetas de portas; fazendo com que os manipuladores de alimentos usem uniformes, luvas, toucas, máscaras e demais equipamentos de proteção individual, conforme determina legislação específica.
Observando e utilizando os métodos corretos para a limpeza e desinfecção dos locais de preparação e produção de alimentos e de matérias primas
Evitando o uso de equipamentos, facas, tábuas de carne, sujos ou insuficientemente limpos. Não usando os lavatórios destinados a lavagem das mãos para a higienização de alimentos, nem lavar as mãos nas pias destinadas à preparação de produtos alimentícios.
Manter os alimentos protegidos sempre que possível, e armazenando os produtos alimentícios com tampas justas, papel filme, evitando a entrada de insetos e roedores. Usar superfícies e facas separadas para preparar alimentos crus e de alto risco. Usar tábua de picar de poliuretano ou material semelhante e utilizar uma tábua para cada tipo de produto.
Adotar fluxograma sanitário para circulação de produtos: recepção, sala de manipulação, rotulagem e armazenagem, expedição, área suja.
quarta-feira, 24 de março de 2010
PRESERVAR O VERDE É PRECISO!
PRESERVAR O VERDE É PRECISO!
A Cidade Operária possui imensos espaços verdes disponíveis, sendo parte destes desviados para outras finalidades. Na administração do prefeito Tadeu Palácio foi construído o Residencial Gov. Luís Rocha na Avenida Este externa que segue uma reta até o Supermercado Mateus; no local onde foi construído o conjunto habitacional está encravado a macro rede de esgoto da Cidade Operária sendo que nesta área no projeto esta destinado para equipamentos de recreação e lazer. Em frente ao Mateus, foram colocados baldes estacionários receptores de lixo e resíduos sólidos, pela empresa que gerencia a coleta de lixo. Pela planta baixa identificamos áreas verdes nos coretos das unidades 105 e 201, sem nenhuma atividade de beneficio público; considerando que são áreas de uso comum. O Posto de gasolina que fica ao lado da Chopperia Barra de Pau foi construído em cima de uma área verde por onde passa a rede de esgoto. O terreno foi negociado e registrado em cartório no Município de São José de Ribamar. Os estudantes e representantes de organizações populares fizeram no Dia Mundial do Meio Ambiente, passeata de protesto (1992); na justiça a Procuradoria do Município não conseguiu reverter a situação favorável a comunidade.
Benfeitorias- temos a Praça do Viva uma conquista da comunidade junto ao governo do Estado; o local de construção foi indicado em audiências públicas (1999) pelas lideranças comunitárias; ficando a gestão e o zelo do patrimônio publico aos cuidados do Conselho Comunitário e Cultural da Cidade Operária. A população está aumentando, e os nossos anseios quanto à questão do meio ambiente e a nossa qualidade de vida devem constar na pauta de prioridade ou seremos no futuro próximo um enorme aglomerado habitacional, sem espaços de uso publico. Preservar o verde é preciso!
O Verde e as salvaguardas da lei.
Lei federa 6766/79 de uso do parcelamento urbano obriga aos loteamentos, conjuntos habitacionais destinarem áreas verdes para praças e áreas de lazer. Portanto, pela condição jurídica de bem comum do povo; as áreas verdes naturais ou arborizadas podem e devem ser protegidas legalmente pela coletividade através das associações de bairro por meio da ação civil pública (Lei 7347/85) ou pelo Ministério Público, ou ainda pelo cidadão através da ação popular (Lei 4717/65). Áreas verdes são bens públicos de uso comum do povo cabendo ao poder publico municipal cuidar, preservar e manter a sua condição de utilização.
A Cidade Operária possui imensos espaços verdes disponíveis, sendo parte destes desviados para outras finalidades. Na administração do prefeito Tadeu Palácio foi construído o Residencial Gov. Luís Rocha na Avenida Este externa que segue uma reta até o Supermercado Mateus; no local onde foi construído o conjunto habitacional está encravado a macro rede de esgoto da Cidade Operária sendo que nesta área no projeto esta destinado para equipamentos de recreação e lazer. Em frente ao Mateus, foram colocados baldes estacionários receptores de lixo e resíduos sólidos, pela empresa que gerencia a coleta de lixo. Pela planta baixa identificamos áreas verdes nos coretos das unidades 105 e 201, sem nenhuma atividade de beneficio público; considerando que são áreas de uso comum. O Posto de gasolina que fica ao lado da Chopperia Barra de Pau foi construído em cima de uma área verde por onde passa a rede de esgoto. O terreno foi negociado e registrado em cartório no Município de São José de Ribamar. Os estudantes e representantes de organizações populares fizeram no Dia Mundial do Meio Ambiente, passeata de protesto (1992); na justiça a Procuradoria do Município não conseguiu reverter a situação favorável a comunidade.
Benfeitorias- temos a Praça do Viva uma conquista da comunidade junto ao governo do Estado; o local de construção foi indicado em audiências públicas (1999) pelas lideranças comunitárias; ficando a gestão e o zelo do patrimônio publico aos cuidados do Conselho Comunitário e Cultural da Cidade Operária. A população está aumentando, e os nossos anseios quanto à questão do meio ambiente e a nossa qualidade de vida devem constar na pauta de prioridade ou seremos no futuro próximo um enorme aglomerado habitacional, sem espaços de uso publico. Preservar o verde é preciso!
O Verde e as salvaguardas da lei.
Lei federa 6766/79 de uso do parcelamento urbano obriga aos loteamentos, conjuntos habitacionais destinarem áreas verdes para praças e áreas de lazer. Portanto, pela condição jurídica de bem comum do povo; as áreas verdes naturais ou arborizadas podem e devem ser protegidas legalmente pela coletividade através das associações de bairro por meio da ação civil pública (Lei 7347/85) ou pelo Ministério Público, ou ainda pelo cidadão através da ação popular (Lei 4717/65). Áreas verdes são bens públicos de uso comum do povo cabendo ao poder publico municipal cuidar, preservar e manter a sua condição de utilização.
sexta-feira, 12 de março de 2010
CIDADE DORMITÓRIO
DE VOLTA AO PASSADO!
A Cidade Operária na sua fase de ocupação e durante o período de regularização dos mutuários (1987/1989) enfrentou os seus momentos angustiantes pela ausência do poder público, com aproximadamente 30 mil habitantes era chamada de Cidade Dormitório; carente de todo tipo de infra estrutura, coleta de lixo precária, possuía duas escolas inauguradas pelo governador Cafeteira e mais oito escolas comunitárias; quanto aos outros serviços: segurança, transportes e saúde, funcionavam de forma precária. As matérias jornalísticas da época destacavam a Cidade operária de campeã de mazelas, do abandono; os moradores antigos eram permanentemente vítimas de chacota; de gozação. Hoje a situação mudou a cidade cresceu ficou mais bonita e valorizada; possui um grande Centro Comercial com dezenas de equipamentos públicos e comunitários. O ponto de desequilíbrio é a questão da violência que é comum aos centros urbanos; estando a cidade operária cercada por 34 bairros e vilas; e sendo a comunidade mãe, carrega no colo por longos anos o estigma de lugar de conflitos. Na verdade é um ligar prazeroso de viver-se! Tem uma rede de Supermercados, farmácias, centenas de estabelecimentos comerciais diversos; com uma infra estrutura de uma cidade de porte médio com aproximadamente 260 mil habitantes em toda as suas áreas de abrangências.
QUALIDADE DO TRANSPORTE É PRIORIDADE.
CIDADE OPERÁRIA COMUNIDADE EM AÇÃO.
AMPLIAR FROTA COM ÔNIBUS NOVOS TERÁ PRIORIDADE!
Reunião realizada no dia 04 de março na SMTT, com o Secretário Dr. José Ribamar de Oliveira, assessoria técnica e lideranças do bairro; os representantes Benerval, Felipe e Marta, do Conselho de Segurança, Pedro Câmara representando o Movimento Popular e Maciel, Presidente da Associação de Moradores. Ficou definido que apartír do dia 11 de março começa a circular a nova linha Cidade Operária sentido centro, com seis ônibus novos programados para fazer 43 viagens em dias úteis; sai do final da av. Paraíso Santa Efigênia, Av. principal Cidade Operária, Terminal da Integração São Cristovão, Rodoviária, Av. Africanos, Praça Deodoro, terminal da Av. Beira-mar. Está em estudo a viabilidade da implantação de uma nova linha de ônibus em substituição a linha extinta Cidade Operária Planalto. Com essas medidas ficam temporariamente atendidas as nossas reivindicações. Em toda a Região Cidade Operária possue14 linhas que circulam por este corredor com 138 ônibus que servem 34 comunidades; é providencial a troca de ônibus velhos, por uma nova frota e priorizar o atendimento da demanda nos horários de pico. São em média 50 mil usuários passando o maior sufôco pendurado em transportes superlotados.
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