Foto do dia
Setor administrativo da Cooperativa.
segunda-feira, 1 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
COMUNIDADE EM AÇÃO V
MUTIRÃO HABITACIONAL:
” Sonho que se sonha junto é realidade”.
Esta é a filosofia que norteia um grupo de pessoas que ao longo de 23 anos têm se dedicado com muita determinação para dar prosseguimento ao programa mutirão habitacional; os associados reúnem-se no ultimo domingo de cada mês com a finalidade de discutir e elaborar propostas de interesse coletivo ; os obstáculos são persistentes em decorrência da burocracia do poder público.
O grupo comunitário independente elaborou o projeto piloto que deu origem ao residencial recanto dos pássaros, e o residencial Abdalla I e II. Em abril de 2005 foi criada a Cooperativa Habitacional do Grupo Comunitário Independente que estabeleceu como meta cadastrar 600 famílias de baixa renda para aquisição de moradias dignas.O grupo de associados optou pelo credito solidário; os recursos são provenientes do Fundo de Desenvolvimento Social para atendimento de programas habitacionais de interesse social. O programa Crédito Solidário destina-se exclusivamente ao financiamento habitacional para famílias organizadas por entidades da sociedade civil; para aquisição de terreno e material de construção com respectivas despesas de legalização, obras e serviços.
. O Ministério das Cidades atua como Gestor da aplicação dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Social-FDS, com a atribuição de implementar, monitorar e avaliar o Programa Crédito Solidário. A Caixa Econômica atua como Agente Operador dos recursos, acompanha, fiscaliza e controla os financiamentos. A s Cooperativa na qualidade de agente proponente assume a responsabilidade pela elaboração e apresentação do projeto a serem financiados e dar assistência e acompanhamento à realização das obras e serviços. A 1ª e 2ª etapa estão sendo construídas no loteamento Nova Era, na localidade Matinha Município de São José de Ribamar, para atender de imediato 400 famílias; os serviços já estão bastante avançados com 200 casas construídas; o projeto tem cadastrado 600 famílias 400 já assinaram o contrato aguardando a entrega do imóvel. O tamanho do lote 8x25 em uma área construída de 46m2, o valor total do imóvel é de 14 mil reais; o valor da prestação R$ 62,80; as casas são de alvenaria; 01 sala, 02 quartos, cozinha, banheiro.
Beneficiário do Programa
Famílias de baixa renda de até 03 salários mínimos. È vedada a participação de famílias titulares de financiamento habitacional obtidos de programas de Habitação de Interesse Social.
Está previsto até o final do me de junho a entrega das casas.
COMUNIDADE EM AÇÃO V
MUTIRÃO HABITACIONAL:
” Sonho que se sonha junto é realidade”.
Esta é a filosofia que norteia um grupo de pessoas que ao longo de 23 anos têm se dedicado com muita determinação para dar prosseguimento ao programa mutirão habitacional; os associados reúnem-se no ultimo domingo de cada mês com a finalidade de discutir e elaborar propostas de interesse coletivo ; os obstáculos são persistentes em decorrência da burocracia do poder público.
O grupo comunitário independente elaborou o projeto piloto que deu origem ao residencial recanto dos pássaros, e o residencial Abdalla I e II. Em abril de 2005 foi criada a Cooperativa Habitacional do Grupo Comunitário Independente que estabeleceu como meta cadastrar 600 famílias de baixa renda para aquisição de moradias dignas.O grupo de associados optou pelo credito solidário; os recursos são provenientes do Fundo de Desenvolvimento Social para atendimento de programas habitacionais de interesse social. O programa Crédito Solidário destina-se exclusivamente ao financiamento habitacional para famílias organizadas por entidades da sociedade civil; para aquisição de terreno e material de construção com respectivas despesas de legalização, obras e serviços.
. O Ministério das Cidades atua como Gestor da aplicação dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Social-FDS, com a atribuição de implementar, monitorar e avaliar o Programa Crédito Solidário. A Caixa Econômica atua como Agente Operador dos recursos, acompanha, fiscaliza e controla os financiamentos. A s Cooperativa na qualidade de agente proponente assume a responsabilidade pela elaboração e apresentação do projeto a serem financiados e dar assistência e acompanhamento à realização das obras e serviços. A 1ª e 2ª etapa estão sendo construídas no loteamento Nova Era, na localidade Matinha Município de São José de Ribamar, para atender de imediato 400 famílias; os serviços já estão bastante avançados com 200 casas construídas; o projeto tem cadastrado 600 famílias 400 já assinaram o contrato aguardando a entrega do imóvel. O tamanho do lote 8x25 em uma área construída de 46m2, o valor total do imóvel é de 14 mil reais; o valor da prestação R$ 62,80; as casas são de alvenaria; 01 sala, 02 quartos, cozinha, banheiro.
Beneficiário do Programa
Famílias de baixa renda de até 03 salários mínimos. È vedada a participação de famílias titulares de financiamento habitacional obtidos de programas de Habitação de Interesse Social.
Está previsto até o final do me de junho a entrega das casas.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
COMUNIDADE EM AÇÃO V
O sonho da casa própria.
O primeiro programa mutirão habitacional do Maranhão aconteceu na Região Cidade Operária, executado pelo Grupo Comunitário Independente. A coordenação do programa habitacional ficou aos cuidados de Ozinete Lisboa pessoa de elevado espírito comunitário que durante 16 anos conduziu com seriedade e determinação os objetivos do grupo. A missão de conduzir o processo de organização das famílias para aquisição da casa própria, contou com vários colaboradores, na diretoria: O Sr. Joel Alves, Iranilson Cardoso, Pedro Mariano, e coordenadores de grupos; para ter acesso ao programa bastava comprovar: ser de baixa renda de até 03 salários mínimos, constituir família e não possui imóvel residencial.
O sucesso do grupo se dá em função da capacidade de articular parcerias com instituições governamentais e privadas, fomentadoras de programas de apoio a famílias de baixa renda; dentro de uma concepção de políticas de contrapartidas. Os mutirantes participavam com a mão de obra, com acesso aos cursos profissionalizantes para pedreiros, eletricistas, pintores, mestres de obra promovidos pelo SENAI.
A primeira etapa do programa habitacional
Foi executado em 1990, com a participação do Governo do Estado d o Maranhão; O governador Cafeteira determinou ao presidente da COHAB Paulo Marinho a liberação de um terreno nas imediações do bairro Cidade Operária (1989) para construção de 457 casas denominado conjunto residencial Recanto dos Pássaros; nos governos João Alberto e Edson Lobão foram executados o projeto técnico e aquisição de materiais de construção, com as famílias trabalhando em regime de mutirão sendo concluída essa etapa ao final de 1994.
A 2ª etapa foi executada nas imediações da Vila Cafeteira, próximo ao conjunto Paranâ no município de Paço do Lumiar; tendo como parceiro o Governo do Maranhão na gestão de Roseana Sarney; o programa deu inicio em 1995 e concluído em 2000, em regime de mutirão foi construídas 300 unidades nos residenciais Abdalla I e Abdalla II; Com o apoio na época da deputada Marly Abdalla. Apartír de 2005 houve mudanças na política habitacional sendo sugerido que o grupo fosse transformado em uma cooperativa. A Cooperativa foi criada em abril de 2005, optando pelo programa de Credito Solidário da Caixa Econômica Federal; em 2008 foi negociada a compra de lotes da imobiliária Nova Era na localidade Matinha, pertencente ao município de São José de Ribamar; As obras foram iniciadas em setembro de 2009 para construção de 400 unidades residenciais destinadas a famílias de baixa renda cadastradas pela Cooperativa Habitacional do Grupo Comunitário Independente. Os beneficiários do projeto são na maioria trabalhadores autônomos, e do comércio informal. Paralelamente ao nosso empreendimento está acontecendo nas imediações à limpeza da área para a construção de casas do programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal; a diferença é que o nosso projeto a mão obra absorvida parte dela é do trabalhador contemplado. A empresa responsável, para acelerar o processo de construção deu prioridade aos nossos cooperativados que construirão suas casas com direito a remuneração pelos dias trabalhados.
COOPERATIVA HABITACIONAL DO GRUPO COMUNITÁRIO INDEPENDENTE.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
COLETA SELETIVA E RECICLAGEM
COLETA SELETIVA E RECICLAGEM... SAIBA MAIS.
DEFINIÇÃO DE COLETA SELETIVA - é um sistema de recolhimento de materiais recicláveis , previamente separados na fonte geradora.
DEFINIÇÃO DE RECICLAGEM - reciclagem é o aproveitamento de fibras celulósicas de papéis usados e aparas, para a produção de novos papéis. Qualquer tipo de papel pode ser reaproveitado, porém alguns com a celulose modificada, como os vegetais não permitem o processo de reciclagem; tecnicamente as fibras contidas nos papéis poderão vir a substituir matérias fibrosas virgens. Dependendo do tipo de impurezas que acompanham as aparas e papéis usados, estes poderão ser aproveitados em fabricas que possuem instalações adequadas para retirada de impurezas.
AÇÃO PRELIMINAR DA RECICLAGEM
A Coleta seletiva é parte integrante de um projeto de reciclagem, e quando bem gerenciada contribuirá decisivamente para aumentar sua eficiência.
Com aumento progressivo do consumo de produtos reciclados, haverá possibilidades de maiores investimentos em tecnologias e aumento da capacidade instalada das indústrias recicladoras. Atualmente a participação dos catadores como agentes da coleta seletiva é importante para o abastecimento do mercado de materiais recicláveis.
A IMPORTÃNCIA DA RECICLAGEM:
Reduz a poluição do solo, água e do ar.
Prolonga a vida útil do aterro sanitário.
Diminui o desperdício.
Evita o desmatamento.
Gera trabalho, fortalece o surgimento de organizações comunitárias.
Tipos de materiais: papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos.
Modelos de coleta seletiva: porta a porta, coleta voluntária, postos de recebimentos e trocas, catadores.
Identificação de recipientes da coleta seletiva voluntária:
Azul-Papel
Amarelo-Metal
Verde-Vidro
Vermelho-Plástico
Metodologia de coleta seletiva
SEGREGAÇÃO NA FONTE- a separação na fonte geradora dos diferentes tipos de recicláveis presentes no lixo proporciona inúmeros ganhos que se traduzem em redução de custos nas etapas posteriores.
SEPARAÇÃO EM CENTRAIS DE TRIAGEM - separação em centrais de triagem (galpão com esteira) é viável dependendo da quantidade e do tipo de lixo.
Coleta multi seletiva-o método se aplica tanto no caso do sistema voluntário, quando o sistema porta a porta.
VANTAGENS DO PROGRAMA COLETA SELETIVA:
Redução de custos com a disposição final (aterros, incineradores).
Aumento da vida útil de aterros sanitários.
Melhoria das condições ambientais do município
Diminuição de gastos com recuperação de áreas degradadas pelo mal acondicionamento do lixo(lixões clandestino)
BENEFÍCIOS SOCIAIS
Geração de empregos, com a instalação de novas indústrias recicladoras.
Criação de associações de catadores, trabalho autônomo de catadores. (resgate social).
Tipos de papéis recicláveis e não recicláveis.
Recicláveis
Caixa de papelão
Aparas de papel com impressão
Jornal, revista
Cartões
Cartolina
Papel de fax
Catalogo telefônico
Papel Kraft
Não Recicláveis
Papel sanitário
Papel carbono
Etiquetas adesivas
Papel laminado
Fita gomada
Papel com resina
Papéis vegetais
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
PAM CIDADE OPERÁRIA
PAM CIDADE OPERÁRIA... UPA. DE NOVO!
Os serviços de saúde foram implantados em maio de 1988, com a denominação Posto de Saúde, com atendimento básico de ambulatório, laboratório e pequenos serviços emergenciais. Na gestão do governo Cafeteira, na época não atendia as necessidades considerando o tamanho da população (Cidade Operaria, Janaina, Santa Clara) de aproximadamente 60 mil habitantes. Em abril de 1992 O governador Edson Lobão implanta a Unidade de Pronto Atendimento (UPA1) com duas ambulâncias, serviços de Urgência/Emergência 24hs, diversas especialidades médicas, laboratório de análises clinicas e diversos procedimentos ambulatoriais. Na época a população estimada em 120 mil habitantes em toda a região. Em 1995, Roseana eleita governadora; Presenteia a Cidade Operaria, em 02 de março através de decreto n°14459, que determina a DESCONCENTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE, MANDANDO DE VOLTA O POSTO DE SAÚDE, causando impacto, sofrimento e revolta da população. Em 24 de abril de 1996 a comunidade manifesta junto ao Ministério Público uma representação protocolada na Procuradoria Geral de Justiça do Estado processo n° 702/96, denuncia contra a governadora pelo fechamento da Unidade de Saúde durante a noite; pleiteando a volta dos serviços de Urgência e Emergência.
O Procurador Geral Dr. Jamil Gedeon dá prosseguimento ao feito, em setembro de 1998 vésperas da eleição, com a denominação de Unidade Mista de Saúde: voltam a funcionar os serviços de pronto atendimento medico 24hs, concretizando mais uma conquista dos movimentos populares.
Em 09/08/96 o então Secretário Marival Lobão assumiu o compromisso de ampliar os serviços do Pam Cidade Operaria conforme parecer consignado no oficio n° 1310 do processo 702/96. Os recursos para execução dos projetos de ampliação e reaparelhamento do hospital, oriundos do REFORSUS no valor de R$740.000,00(Setecentos e quarenta mil reais) com contrapartida de 20% do Governo do Estado para execução de projetos complementares.
O UPA2 alcança um bom nível de aceitação junto a comunidade com especialidades médicas (cardiologia, ginecologia, gatroenterologia, neurologia,otorrinolaringologia, e urologia); laboratório de análises clínicas,endoscopia,radiologia,ultrasonografia e diversos procedimentos médicos para atender uma população de 200 mil habitantes, cobrindo 26 bairros incluindo a Cidade OLÍMPICA. Essa estrutura funcionou bem até 2004, apartír daí acaba a emergência 24hs(UPA2), volta a funcionar até as 18 hs. O Pam Cidade Operária hoje funciona com serviços ambulatoriais; poucas especialidades médicas, apesar da boa recepção há uma demanda reprimida. Esta acontecendo reforma e ampliação no seu projeto de engenharia no valor de 2 milhões e 514 mil reais reais, faltando 08 meses prá eleição, fica uma população hoje com 260 mil habitantes, sem um hospital de referencia. Com a situação precária de transportes coletivos em horários de pico, com pouca oferta na área de saúde pública, onde faltam especialidades médicas, no Hospital Universitário, no Pam Diamante e em outras unidades.
Fechar o PAM CIDADE OPERARIA não é um bom negócio, a prioridade é ampliar especialidades médicas até porque o Socorrão II faz plantão emergencial 24hs; reforma neste momento é jogo político, gastar prá reformar dá retorno pra quem? Se o povo esta sofrendo com a falta de especialidades médicas!
A nossa unidade de saúde recebe as denominações de PAM, UPA, Unidade Mista, sendo do ponto de vista legal cadastrado como Posto de Saúde
É de conhecimento público, uma reivindicação antiga formulada pelo movimento comunitário; de transformar esta unidade em um Hospital de Referencia em Média Complexidade; depende apenas da canetada, mudar o perfil e cadastrá-lo junto ao SUS. Fechar o PAM, Penso que é despriorizar a população! Ficando a mercê do marketing político do governo, UPA1...UPA2...UPA3 .
Querem passar para o povo que vamos ganhar um grande hospital, que sobrarão vagas no atendimento médico, vagas para exames de análises clínicas, remédios em abundancia, VIVA UPA3, enfim “SAÚDE PARA TODOS” que moram na propaganda do governo.
Os serviços de saúde foram implantados em maio de 1988, com a denominação Posto de Saúde, com atendimento básico de ambulatório, laboratório e pequenos serviços emergenciais. Na gestão do governo Cafeteira, na época não atendia as necessidades considerando o tamanho da população (Cidade Operaria, Janaina, Santa Clara) de aproximadamente 60 mil habitantes. Em abril de 1992 O governador Edson Lobão implanta a Unidade de Pronto Atendimento (UPA1) com duas ambulâncias, serviços de Urgência/Emergência 24hs, diversas especialidades médicas, laboratório de análises clinicas e diversos procedimentos ambulatoriais. Na época a população estimada em 120 mil habitantes em toda a região. Em 1995, Roseana eleita governadora; Presenteia a Cidade Operaria, em 02 de março através de decreto n°14459, que determina a DESCONCENTRAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE, MANDANDO DE VOLTA O POSTO DE SAÚDE, causando impacto, sofrimento e revolta da população. Em 24 de abril de 1996 a comunidade manifesta junto ao Ministério Público uma representação protocolada na Procuradoria Geral de Justiça do Estado processo n° 702/96, denuncia contra a governadora pelo fechamento da Unidade de Saúde durante a noite; pleiteando a volta dos serviços de Urgência e Emergência.
O Procurador Geral Dr. Jamil Gedeon dá prosseguimento ao feito, em setembro de 1998 vésperas da eleição, com a denominação de Unidade Mista de Saúde: voltam a funcionar os serviços de pronto atendimento medico 24hs, concretizando mais uma conquista dos movimentos populares.
Em 09/08/96 o então Secretário Marival Lobão assumiu o compromisso de ampliar os serviços do Pam Cidade Operaria conforme parecer consignado no oficio n° 1310 do processo 702/96. Os recursos para execução dos projetos de ampliação e reaparelhamento do hospital, oriundos do REFORSUS no valor de R$740.000,00(Setecentos e quarenta mil reais) com contrapartida de 20% do Governo do Estado para execução de projetos complementares.
O UPA2 alcança um bom nível de aceitação junto a comunidade com especialidades médicas (cardiologia, ginecologia, gatroenterologia, neurologia,otorrinolaringologia, e urologia); laboratório de análises clínicas,endoscopia,radiologia,ultrasonografia e diversos procedimentos médicos para atender uma população de 200 mil habitantes, cobrindo 26 bairros incluindo a Cidade OLÍMPICA. Essa estrutura funcionou bem até 2004, apartír daí acaba a emergência 24hs(UPA2), volta a funcionar até as 18 hs. O Pam Cidade Operária hoje funciona com serviços ambulatoriais; poucas especialidades médicas, apesar da boa recepção há uma demanda reprimida. Esta acontecendo reforma e ampliação no seu projeto de engenharia no valor de 2 milhões e 514 mil reais reais, faltando 08 meses prá eleição, fica uma população hoje com 260 mil habitantes, sem um hospital de referencia. Com a situação precária de transportes coletivos em horários de pico, com pouca oferta na área de saúde pública, onde faltam especialidades médicas, no Hospital Universitário, no Pam Diamante e em outras unidades.
Fechar o PAM CIDADE OPERARIA não é um bom negócio, a prioridade é ampliar especialidades médicas até porque o Socorrão II faz plantão emergencial 24hs; reforma neste momento é jogo político, gastar prá reformar dá retorno pra quem? Se o povo esta sofrendo com a falta de especialidades médicas!
A nossa unidade de saúde recebe as denominações de PAM, UPA, Unidade Mista, sendo do ponto de vista legal cadastrado como Posto de Saúde
É de conhecimento público, uma reivindicação antiga formulada pelo movimento comunitário; de transformar esta unidade em um Hospital de Referencia em Média Complexidade; depende apenas da canetada, mudar o perfil e cadastrá-lo junto ao SUS. Fechar o PAM, Penso que é despriorizar a população! Ficando a mercê do marketing político do governo, UPA1...UPA2...UPA3 .
Querem passar para o povo que vamos ganhar um grande hospital, que sobrarão vagas no atendimento médico, vagas para exames de análises clínicas, remédios em abundancia, VIVA UPA3, enfim “SAÚDE PARA TODOS” que moram na propaganda do governo.
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